Empresas aumentarão gastos com serviços gerenciados nos próximos anos

Maioria dos líderes vê nos serviços gerenciados uma forma de reduzir custos e ganhar velocidade, mostra estudo da KPMG

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2:20 pm - 20 de novembro de 2022
Imagem: Shutterstock

Pesquisa da KPMG com a HFS Managed Services apontou que 75% das empresas planeja aumentar gastos com serviços gerenciados nos próximos dois anos. Essa predisposição se alinha ao fato de que nove em cada dez executivos concordam que os serviços gerenciados são o modelo de entrega mais eficaz para o tipo de trabalho que os fornecedores oferecem. Entre os principais motivos para o uso de serviços gerenciados estão a redução de custos, a inovação e a velocidade.

“O apetite por serviços gerenciados está aumentando. O estudo mostra que os líderes executivos buscam todas as oportunidades para investir com sabedoria, concorrer efetivamente por talentos e se mover mais rapidamente — e, nessa movimentação, eles se preparam para deixar cada vez mais funções fora da empresa, ou seja, eles terceirizam. Acreditamos que isso represente uma janela de oportunidade para conquistar um lugar na jornada de transformação”, analisa o sócio da KPMG, Marcos Fugita.

Segundo a KPMG, 97% dos entrevistados preveem que o uso desses serviços em escala aumentará os lucros e mais de 70% deles esperam melhorias na satisfação dos funcionários e dos clientes.

A pesquisa ainda indicou que os serviços gerenciados ocasionam tração em atividades intensivas em conhecimento. Mais de 40% dos entrevistados afirmam que tais atividades são utilizadas para mais da metade das atividades das organizações em tecnologia da informação, segurança cibernética, risco, compliance e desempenho de negócios.

“No cenário atual, a transformação acelerada dos negócios é o caminho mais seguro para a vantagem sustentada, seja migrando os sistemas para a nuvem, seja centrando a inovação no cliente. No entanto, poucos podem atingir essa escala de mudança contando apenas com recursos internos. A maioria precisa da ajuda de parceiros externos confiáveis que tragam tecnologias avançadas, especialização nos domínios e estruturas sólidas de risco e controle”, afirma o sócio da KPMG líder de segurança cibernética, Leandro Augusto.

O estudo foi realizado com 800 executivos em todo o mundo, incluindo diretores de tecnologia, de finanças, de operações e líderes de serviços compartilhados.

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