Windows 8 é apenas começo da jornada, diz Microsoft

“O que estamos vendo hoje com o Windows 8 é apenas o começo de uma jornada”. Foi com essa afirmação que Peter Han, chefe da divisão de OEM da Microsoft, abriu seu discurso, na quarta-feira (20/03), para participantes do Intel Solutions Summit (ISS), evento para parceiros da fabricante de processadores realizado em Los Angeles (EUA).
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Totalmente pensado para uma interface de toque, o mais recente sistema operacional da Microsoft chegou ao mercado em outubro de 2012. “Os cenários estão se abrindo a partir do touch. Mas temos consciência de que esta será uma jornada de alguns anos, na qual há alguns early adopters e onde há a curva de adoção mais lenta”, ponderou.
“Queremos construir dispositivos e experiências que as pessoas querem. Alguns de vocês devem ter vistos comerciais de TV, com jovens vestindo roupas coloridas, aparentando se divertir muito. Queremos uma forte percepção de consumidor com Windows 8”, disse, lembrando que o sistema tem 35% a mais de eficiência em bateria e liga com rapidez 30% superior.
No caso dos clientes corporativos, o principal apelo de venda, explicou Han, é o da segurança. “Revendedor, você verá uma oportunidade com concentração em telas de 14 e 15 polegadas, é isso que vai puxar o mercado”.
Sobre comportamento de uso, Han explicou que dados obtidos via estudos telemétricos indicam que usuários do Windows 8 aumentaram em 32% a atratividade de pesquisas (no caso de notebooks) e 47% (para desktop). Quando o assunto é atrativo de compartilhamento, o aumento foi de 30% e 80%, respectivamente. Para uso de aplicativos, saltou para 35% e 60%, ainda nesta ordem. O tempo gasto em aplicativos da Windows App Store avançou 127% para notebooks e 188% para desktops.
Oportunidade com fim do XP
O executivo lembrou que o suporte ao Windows XP será encerrado em 8 de abril do ano que vem e que isso gera uma oportunidade de atendimento dos resellers e integradores aos clientes. “Há milhões de PCs com XP e 70% deles vivem em pequenos e médios negócios”, afirmou, referindo-se ao mercado norte-americano. “Há uma enorme base instalada que terá de se adaptar até abril de 2014 caso queira continuar com suporte. Mas cerca da metade não sabe que acabará”.
*A jornalista viajou aos Estados Unidos a convite da Intel
