Supply chain é a chave para a nova economia

Antes de tudo, declara o executivo, as corporações devem se arriscar, desenvolver o e-business, colocar catálogos online e atingir clientes que sem a Internet não alcançaria. “As empresas devem agregar valor aos serviços para sobreviver na nova economia e ter um importante papel no mercado. Muitos vão sofrer, outros vão se adaptar”, afirma.
Para um modelo eficiente, as corporações devem ter uma cadeia de fornecimento com vários níveis integrados e agindo em cooperação. “É preciso ter visibilidade de toda a cadeia, conectividade dos dados e visibiliadde interna. Assim, caso ocorra algum problema, todos serão capazes de resolver rapidamente”, explica.
Tirado acredita que quem não investir na reengenharia do suply chain e na e-logísctica vai ficar fora do mercado. Na nova economia, segundo ele, as empresas devem ter um market place, um provedor de soluções de suply chain, um e-fulfillment e “agregadores” de soluções.
Mas alerta que um erro da reengenharia é se concentar em apenas um desses aspectos. “Nessa fase de mudanças, as companhias não podem ficar presas a gastos. A vantagem vem a longo prazo, com o crescimento das vendas”, afirma.
Para ter sucesso global, segundo o executivo, as corporações devem se mover rapidamente, prometer apenas o que podem oferecer, respeitar a linguagem local e estabelecer presença regional. “O verdadeiro negócio começa após as vendas”, completa.
Atualmente, o FedEx realiza cerca de 60 milhões de transações eletrônicas, tem 600 mil clientes online mundialmente e está presente em mais de 200 países.
