SoftExpert quer mais canais no Brasil

A SoftExpert está atrás de parceiros que sejam especializados em soluções de excelência em gestão do conhecimento e de processos. Essa é a principal mensagem do CEO da companhia de Joinvile, Ricardo Lepper, que vem acompanhada de um adendo: ?A SoftExpert quer ampliara a presença nacional em estados como Goiás, Amazonas e Ceará, pois está no momento de investir neste crescimento?.
O CEO explica que conta hoje com uma boa rede de cobertura para o Brasil, mas que ela precisa ser melhorada, com canais nas principais capitais do País, que consigam cobrir raios de distribuição entre 300 e 400 quilômetros. ?Algumas cidades têm apresentado crescimento bastante interessante e não estamos presentes. Além das capitais, municípios como Londrina e do interior de São Paulo, Paraná e Minas Gerais são de extrema importância no momento?, afirmou Ricardo.
O executivo conta que sua companhia tem crescido bastante no setor industrial, considerado um mercado consolidado por ele, mas que está de olho em mercados emergentes dentro da oferta da SoftExpert. ?Governo, saúde, construção e finanças estão gerando grandes demandas para nós, a ponto que a maioria dos nossos negócios hoje já não são mais da indústria, mas sim da soma de todos os outros?.
Quanto a aquisições de companhias, Ricardo afirma que a empresa ?está desenhando os primeiros processos de aquisições de empresas ou operações? complementares ao portfólio da SoftExpert. A empresa espera crescer 30% neste ano.
Hoje, os principais mercados de atuação da SoftExpert são do Sudeste e Sul, sendo que 80% do faturamento da companhia provem de grandes empresas, como Vale, AmBev, Exército Brasileiro, Tigre, entre outras. Para atender a demanda atual, a companhia conta com 20 revendas e espera ?crescer significativamente esse número?. Além da expansão do número de canais no Brasil, a SoftExpert conta com forte movimento de internacionalização.
Investimentos em cloud
Para equilibrar o patamar de investimentos, a empresa está investindo em sua solução de SaaS para computação na nuvem, do qual espera ter grande adesão no mercado das pequenas e médias empresas. ?Acredito que há uma carência de soluções de excelência em gestão nesses mercados, e podemos adaptar a oferta para esse nicho de consumo?, contou o CEO da SoftExpert. ?Vamos atrás das companhias com faturamento menor que 50 milhões de reais?.
Copa e Olimpíadas
Assim como a oferta em nuvem, Ricardo conta que está adequando as soluções da fabricante para grandes blocos de consumo que estão surgindo devido aos mega eventos esportivos que acontecerão em 2014 (Copa do Mundo) e 2016 (Olimpíadas). ?Setores como o de máquinas, equipamentos e construção civil interessam à SoftExpert, e já temos negócios nessas áreas, visando uma oferta diferenciada para a expansão estruturada desses blocos econômicos?, disse o CEO.
