Samsung apresenta Galaxy Note 10.1, com Android, multitarefa e reconhecimento da escrita humana

A Samsung apresentou na última quarta-feira (15/08) o Galaxy Note 10.1, seu novo tablet Android de dez polegadas, em evento realizado em Nova York (Estados Unidos). O hardware, por si só, é menos notável do que o software que ele embarca, que traz o verdadeiro conceito de multitarefa com vários aplicativos na mesma tela. Outro diferencial é a caneta de controle S Pen, que torna a interação mais natural. O Adobe Photoshop Touch, voltado especificamente para telas sensíveis ao toque, também já vem incluído.
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O tablet roda um processador quad-core de 1.4 GHx e tem memória RAM de 2GB. Ele inclui um slot microSD, alto-falante duplo na frente e múltiplos codecs. Uma versão com 16GB de armzanamento custa US$ 499, a de 32 GB sai por US$ 549. Os preços são para o mercado norte-americano.
Talvez a funcionalidade de software mais revolucionária do produto seja a de multitela, construída pela Samsung para Android 4.0, o Ice Cream Sandwich, mesmo sistema operacional utilizado no novo dispositivo. A fabricante prometeu uma atuaização para o Android 4.1, conhecido como Jelly Bean, em algum momento deste ano.
De acordo com a fabricante, dispositivos anteriores eram bons para o consumo de informação, e não para sua criação. O novo dispositivo, continuou, traz funcionalidades que permitem a produção de dados, sendo que a principal delas, além da caneta e da habilidade multitarefa, são os aplicativos criados especificamente para esse ambiente.
O smartphone Galaxy Note, com tela de 5,3 polegadas, já vinha com a S Pen. Categorizado como um híbrido entre tablet e celular, a tela do produto, conduto, não respondia tão bem ao toque quanto o novo tablet da marca, que, além disso, não agrega as funções de telefone.
A S Pen não possui um estilo simples e não usa uma interface capacitiva convencional ao tablet. Ela se vale de ressonância eletromagnética, uma tecnologia de radiofrequência utilizada em canetas para tablets como aquelas da Wacom. Não há necessidade de bateria na caneta, já que uma fraca energia é induzida por um campo magnético em um painel sensorial do dispositivo. A caneta utiliza essa energia para transmitir um sinal de volta à tela, e o sinal é usado para localização e outras características. O painel é capaz de reconhecer toques feitos erroneamente, tais como aqueles nos quais o usuário acidentalmente coloca sua mão sobre a tela, e os rejeita.
Obviamente, a S Pen também permite o reconhecimento de escrita humana, assim como ocorre com o Galaxy Note. O software também pode garantir uma padronização de formas, nas quais aquelas vásicas, como polígonos desenhados a mão, são reconhecidos e transformados em formatos regulares.
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