Promon IP compra 2PG

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11:26 pm - 23 de maio de 2011

A Promon IP comprou as participações do Grupo Monteiro Aranha S/A, Logic International e do empresário Henrique Cordeiro Guerra Neto na 2PG e passou a deter 100% do controle acionário da companhia. Os valores da negociação não foram divulgados.

Com a compra da 2PG, a Promon IP incorpora uma carteira de clientes que inclui nomes como Amélia.com, do grupo Pão de Açúcar, Banco UBS Warburg, Buena Vista International, Columbia Tristar Pictures, e-imoveis.com, Elefante, Fundação CSN, Globosat, H.Stern, Alcoa, Latasa e Universal Music. Em entrevista ao IT Web, o CEO da Promon IP, Rodrigo Abreu, não descartou a possibilidade da empresa vir a assumir a parte de infra-estrutura de alguns destes projetos. “O que não significa que não vamos ter projetos corporativos com outros fornecedores de solução”, complementou.

Abreu afirmou que a incorporação da 2PG, que possui uma grande competência e experiência em design, estratégia de conteúdo, marketing e comunicação digital, vem complementar a oferta de serviços que já vem sendo prestada pela empresa dentro da estratégia batizada one stop shop, que vai da infra-estrutura ao front-end.

Ele destacou que no médio prazo deverá haver um movimento de consolidação onde poucos integradores de soluções Web, entre eles um pequeno número de brasileiros, devem continuar existindo. “A aquisição desta e das outras empresas visa justamente nos deixar em posição de destaque”, afirma.

A empresa, que em abril previu um faturamento de R$ 130 milhões para seus primeiros nove meses de mercado, que se encerram em dezembro, vai superar as previsões, devendo chegar a R$ 190 milhões. O executivo atribui o resultado à explosão do segmentos de infra-estrutura de Internet com a implantação de grandes backbones de redes IP e à implantação de infra-estrutura de e-business. Para o próximo ano, as perspectivas, segundo Abreu, são de um crescimento de 30%. Ele não descartou também a possibilidade de abertura de capital da Promon IP mas garantiu que a empresa não tem pressa. “Não estamos precisando de capital, isso viria como um processo natural de crescimento”, completa.

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