Para OMS, síndrome de burnout está ligada a estresse crônico no trabalho

Segundo Organização Mundial da Saúde, fenômeno é resultante de estresse crônico no trabalho que não foi administrado com êxito

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7:08 pm - 28 de maio de 2019

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou nesta semana que considera que a chamada “síndrome de burnout” é “resultante de um estresse crônico no trabalho que não foi administrado com êxito”. As informações são da France Presse.

De acordo com a agência de notícias, a OMS aponta que esse esgotamento profissional é caracterizado por três elementos diferentes: “sensação de esgotamento, cinismo ou sentimentos negativos relacionados a seu trabalho e eficácia profissional reduzida”.

Além disso, aponta a AFP, o registro da Organização também diz que o burnout “se refere especificamente a fenômenos relativos ao contexto profissional e não deve ser utilizado para descrever experiências em outros âmbitos da vida”.

No início da semana, vale notar, foi publicado que a síndrome de burnout havia sido incluída na nova Classificação Internacional de Doenças da OMS, o que depois foi desmentido por um porta-voz do órgão, que reiterou o fato de ser um fenômeno ligado ao trabalho, conforme a agência de notícias.

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