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5 razões pelas quais internet das coisas é diferente da TI convencional

TI e negócios estão inextricavelmente interligados. Na verdade, sempre foi assim. Quando sistemas de TI param, o negócio para, as receitas param e o atendimento ao cliente também. Nunca como antes isso foi tão verdade quanto na era da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).
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A expectativa do Gartner é de que IoT seja uma das maiores iniciativas de TI desde a computação em nuvem. Mas a internet das coisas é muito diferente da TI convencional.
IoT requer que o pessoal da TI empregue uma ampla gama de habilidades, incluindo visão de negócios, conhecimento tecnológico, forte relacionamento interpessoal, comunicação e habilidades de negociação, integração e experiência em segurança. O instituto de pesquisa lista cinco diferentes áreas nas quais a TI terá de mirar seus esforços.

1. Internet das coisas é orientada para os negócios
Talvez mais do que qualquer outra iniciativa da tecnologia atual, a internet das coisas será orientada para os negócios. IoT não é uma solução de tecnologia em busca de um problema de negócio. É construída propositadamente para resolver um problema específico.
Assim, antes de implementar iniciativas de IoT, organizações vão investir capital e recursos humanos para implantar milhões de dispositivos em todo o mundo, recolher e analisar dados de sensores e automatizar processos de negócio. A área de negócios, por sua vez, vai querer saber o ROI de tudo isso.
Contudo, a maioria das soluções da internet das coisas vai mostrar valor do específico demonstrável ao negócio. Pesquisa recente do Gartner indica que redução de custos, eficiência e aumento de receita são os principais benefícios esperados das iniciativas de IoT.
2. Volume, velocidade e variedade de dados
Todo os anos, a TI lida com o aumento do volume, velocidade e variedade de dados. E até aqui, a TI tem sido capaz de lidar com esse cenário. Mas quando uma empresa decide implantar centenas, milhares ou mesmo milhões de dispositivos, cada um com vários sensores, a coleta de dados e streaming de telemetria de áreas geograficamente dispersas, em tempo real, mudam o jogo de gerenciamento de dados.
Onde serão armazenados todas essas informações? Na nuvem? Mesmo que a organização decida armazenar e gerenciar dados da internet das coisas em cloud, por quanto tempo eles serão mantidos? E o custo de tudo isso? É preciso saber o valor dos dados para que se possa comparar esse valor com o custo de armazenamento e gestão. E lembre-se sempre quando o custo de armazenamento e gerenciamento de dados excede seu valor (ou valor potencial), então é hora de eliminá-los.

3. Combinação da Tecnologia Operacional (OT) e Tecnologia da informação (TI)
Internet das coisas é a união de dois mundos muito diferentes – tecnologia operacional (OT) e tecnologia da informação (TI) – cada um com diferentes períodos de vida tecnológico e requisitos operacionais.
Para criar uma solução end-to-end para internet das coisas, TI terá de ir a campo, entender a tecnologia operacional existente, trabalhar com engenheiros e líderes empresariais que dirigem as empresas OT a reunir os requisitos e construir uma solução funcional.
4. Riscos originais criados para automação end-to-end
Diversos aspectos da internet das coisas levantam novos riscos de segurança que ainda têm de ser encontrados em sistemas de TI tradicionais. Primeiro, a vasta gama de dispositivos dispersos pode representar ampla e difícil proteção a ataques físicos. Sem segurança física desses dispositivos, a rede ou pontos de agregação podem ser fisicamente comprometidos.
Outra questão é o potencial de malwares ou firmwares. Esses dispositivos e seus pontos de agregação, muitas vezes têm interfaces de gerenciamento sobre o que permitir acesso remoto por meio de redes públicas. Se uma pessoa tiver acesso não autorizado, ela pode alterar o comportamento do dispositivo, enviando um firmware ou malware.
Finalmente – e talvez o mais importante – a, natureza automatizada end-to-end de soluções de internet das coisas agrava o risco. Um ataque na borda poderia desencadear eventos em toda a empresa acarretando em problemas operacionais graves.

5. Integração, integração e integração
IoT é integração de várias coisas. Portanto, requer habilidades de integração avançadas e pensamento end-to-end. Para superar diversos desafios nesse sentido, a TI deve formar uma equipe de soluções para IoT, liderada por um arquiteto de internet das coisas e composta por uma variedade de especialistas no assunto que podem diagnosticar e resolver os problemas inerentes ao tema.
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Published by
Redação
Tags: internet das coisasIoT
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