Mitnick reforça o aspecto humano na segurança das redes corporativas

Além deste aspecto, o executivo sugere que a política de segurança deve vir antes até da construção física da rede. “Deve ser como um carro novo, quando o compramos, ninguém espera até que ele seja abalroado ou roubado para adquirir um seguro. Com as corporações é a mesma coisa, o investimento deve preceder o problema”, ensina Mitnick, em entrevista exclusiva à revista Network.
O consultor aborda ainda a importância da análise dos valores das informações no caso destas serem roubadas ou perdidas para que seja então elaborado o projeto de segurança. Enfatizando que o ambiente deve, além de previnir os problemas, também ser capaz de efetuar alertas quando sofrer danos ou ser invadido. “Temos de pensar é que o sistema e a rede são vulneráveis porque são os seres humanos quem desenvolvem os códigos”, lembra.
