Especial Firewalls: Glype

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8:13 am - 16 de fevereiro de 2011

O proxy Glype foi criado com o mesmo objetivo do Circumventor. É instalado em um computador desbloqueado que, então, o usuário acessa para recuperar páginas da web que normalmente estão bloqueadas. Sua diferença em relação ao outro software é que é que precisa ser instalado em um servidor rodando PHP, não qualquer um com acesso à internet. Para esse fim, é melhor para situações onde o servidor está à mão, ou o usuário sabe como configurar um manualmente.

Instalar o Glype é fácil – o administrador extrai os arquivos em uma pasta no servidor web que suporte PHP, e o resto é quase que inteiramente autoconfigurável.

Há duas maneiras básicas de usar o Clype: básica, com mínimas opções, ou com um painel instalado que lhe permite controlar um grande número de configurações. A versão básica só lhe permite alterar algumas opções básicas, tais como não carregar cookies ou objetos incorporados (por exemplo, Flash), ou se o URL de destino deve ser codificado para evitar que seja interceptado por outros filtros.  A maioria das páginas estáticas da Web – ex. Wikipedia, sites de notícias somente com textos – funciona bem sem consertos. Se apenas uma pessoa está usando o Glype, essa versão básica funciona bem.

A versão estendida, normalmente, é uma opção quando uma instância Glype está sendo usada por outros. Adicione o painel de controle – que envolve em nada mais do que carregar algumas páginas para o site Glype – e o administrador pode definir política sobre muitas coisas. O Glype pode realizar a atividade de logging, o cachê local de páginas da web recuperadas, aplicar medidas de limitação de carga, adicionar um rodapé a qualquer documento recuperado, bloquear endereços específicos de IP, prevenir hotlinking direto com páginas  ou criar URLs únicas para cada página visitada, o que aumenta a privacidade.

Eu mencionei anteriormente que páginas estáticas funcionam bem, mas qualquer coisa além disso pode ser frustrante. O YouTube, por exemplo, carrega páginas, mas não vídeos – embora um plug-in concedido separadamente arrume isso. (sites de vídeo geralmente não são confiáveis quando acessados através do Glype.) Consequentemente, o Glype parece funcionar melhor quando carrega páginas “simples”. A última revisão do programa foi feita em janeiro de 2009, então não está claro que problemas como esse irão ser consertados no código do núcleo.

Os programas acima, e outros como eles, também estão disponíveis através de redes públicas de .O Proxy.org enumera um grande número de  Glype em sua página inicial, com a opção de escolher um aleatoriamente. O problema, óbvio para tal tipo de sistema, é a completa falta de “pedigree” para tais . Não se tem ideia no que você está se conectando ou quem está ouvindo. Usar o SSS em uma conexão desse tipo é provavelmente obrigatório – presumindo que o proxy que você esteja usando suporte tal recurso (Muitos não suportam).

Alguns provedores de proxies vendem acessos para níveis mais avançados de serviço. O Proxify e o Socksify, um par de serviços irmãos baseados fora de Nova York (EUA), trabalham juntos esse modelo: eles têm um nível básico gratuito em seu site, mas eles também vendem acesso Premium. O acesso Premium, neste caso, inclui suporte SSL, maior largura de banda e não há restrições sobre os tipos de conteúdo (o serviço gratuito bloqueia vídeo e áudio stream). O Sochisfy, vendido separadamente, permite que o usuário conecte diretamente aplicativos para sua rede proxy em vez de ir através de uma interface da web.

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