ESET Smart Security 5

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2:44 pm - 01 de janeiro de 2012

Primeira coluna de 2012. Começo de ano, época de faxina e de “dar uma geral” na máquina. Inclusive, naturalmente, verificar os aspectos de segurança, campo no qual eu sou escrupulosamente cuidadoso. Como a licença de meu software de segurança, o ESET, estava por vencer, decidi renová-la. E no processo de renovação descobri que havia uma versão nova ? e mui interessante. Tão interessante que me levou a escrever esta coluna.

Sou do tempo em que para garantir a proteção da máquina bastava instalar um programa antivírus, fazer uma varredura completa logo após a instalação para garantir que a máquina não estava infectada e, depois, tomar o cuidado elementar de submeter ao escrutínio do referido programa antivírus cada disco proveniente de fonte não confiável porventura inserido no acionador de disquetes antes de ler qualquer arquivo ou instalar qualquer programa do dito disquete. Era o suficiente, posto que a única forma de propagação de vírus então conhecida era via disquetes contaminados. O único problema era manter em dia a “biblioteca” ou “dicionário” de vírus, um arquivo com as “assinaturas” ou trechos de código característicos dos vírus conhecidos. Isto porque na época ainda não havia Internet.

Pois foi justamente com a Internet que as coisas começaram a se complicar. Ela facilitou a atualização da proteção, é verdade, mas abriu um novo ? e poderosíssimo ? canal para propagação de vírus.

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Tão poderoso que graças a ela o assunto “segurança” se tornou crítico. Primeiro porque mais e mais formas de contaminação foram surgindo, seja via conexões a outras máquinas (pela Internet, por redes domésticas que começaram a se popularizar, por transmissão de informações sem fio tipo WiFi, Bluetooth e quejandas), seja via dispositivos externos (discos de memória tipo “pen-drive“, discos rígidos externos, telefones espertos e mais um monte de coisas que podem ser conectadas nas portas USB, IEEE 1394 e assemelhadas). Depois, porque a imaginação criativa dos crápulas que desenvolvem programas mal intencionados não tem limites e os vírus passaram a ser apenas mais uma ? e, definitivamente, não a maior ? fonte de preocupação: vieram os cavalos de Troia, vermes, programas espiões, ameaças embutidas em mensagens de correio eletrônico aparentemente inocentes, enfim, um monte de lixo virtual que deu origem a uma categoria específica de software, a dos programas mal intencionados ou “malwares“. E criou um novo ? e pérfido ? campo de conhecimento denominado “engenharia social”, um nome sofisticado para designar meios sórdidos de manipular pessoas, enganando-as e induzindo-as a contaminar suas máquinas enquanto acreditam que estão usando material seguro.

Em resumo: para garantir a segurança de sua máquina e impedir vazamento de seus preciosos dados ? inclusive senhas bancárias e coisas do mesmo nível de confidencialidade ? já não basta um programa antivírus. É preciso muito mais que isto. É preciso um “pacote de segurança”.

E é aí que entra o ESET 5.

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