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Hackers do bem e o preconceito no Brasil

Um hacker do bem pensa no bem bem, mas também sabe como funciona a mente de quem pratica o mal.

Por  Daniel Lofrano Nascimento

15:25 - 22 de novembro de 2019
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Assumir o posto de hacker do bem, pressupõe pensar no bem, mas saber como funciona a mente de quem pratica o mal. E, a partir daí, buscar criar correções para o bem.

Esse olhar é fundamental para proteger a empresa continuamente, seja durante o teste de invasão na função de atacar e defender, seja ao longo do mês, diariamente. Já discuti em inúmeros painéis teorias,mas, onde fica à prática? Quem melhor que um garoto com força de vontade de se “criar” hacker por mérito?

Sim, o mercado tem especialistas de segurança, porém precisamos dos denominados  hackers também. As empresas infelizmente não entendem essa importância e não fazem investimento na área de segurança. Muitos dirigentes também não têm ideia da magnitude de uma invasão e até uma exposição do nome da empresa. Enxergam como custo e não um investimento.

Já vi casos em que é possível rodar um vírus indetectável dentro de um arquivo em PDF. Custo? 20mil dólares, comércio? Índia. Apenas um “hacker” vai entender isso e poder evitar. A lógica do pensamento é muito
simples, o hacker vem do submundo e se antecipa ao ataque antes de acontecer. Uma prática natural em muitos países, porém preconceituosa no Brasil.

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