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Na Visagio, autonomia e capacitação contínua fazem parte da rotina

Companhia reforçou neste ano iniciativa criada pelos próprios funcionários para aprofundar conhecimentos de áreas paralelas ao negócio da marca

Por  Mônica Wanderley

19:44 - 17 de novembro de 2020
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Apesar de todas as questões relacionadas à pandemia, desde o home office às pressas aos cuidados com os colaboradores, a Visagio vem conseguindo extrair alguns pontos positivos do momento atual.  

Acho que a pandemia acabou unindo a gente de uma forma diferente. Conseguimos ficar próximos e interagir mais, até por fazer um esforço maior para promover essa proximidade, que antes era mais natural, corriqueira. Isso acabou gerando um sentimento maior de união do time”, acredita Izaías Miguel, sócio-diretor da companhia, que ocupa o terceiro lugar no ranking das Melhores Empresas para Trabalhar em TI 2020, na Categoria 100 a 999 funcionários. A premiação é promovida pelo Great Place to Work (GPTW), em parceria com a IT Mídia.

A consultoria não teve grandes desafios transportando para o digital as atividades antes físicas, como os programas de aprendizagem (um dos destaques da empresa) ou nas sessões de avaliação de desempenho  —  cujo percentual de promoção se mantém em 35% a cada semestre.

Porém, para garantir a manutenção da cultura e relacionamento entre as áreas, a empresa investiu na criação de redes sociais internas, nas quais os times poderiam destacar tanto projetos como momentos de descontração. 

A gente também manteve nossos eventos semestrais, adotando o formato digital e mudando um pouco a abordagem”, afirma Miguel. “No primeiro semestre, a gente teve um evento muito focado em responsabilidade social, no qual as pessoas puderam fazer doações pra algumas entidades”. Saúde mental também é uma questão levantada pela companhia, sendo que as lideranças estão sendo orientadas e falar sobre o tema de forma direta com a equipe. Temos tentado continuar engajando as pessoas e mantendo as pessoas saudáveis, mas é um desafio, sem dúvida.” 

Fomento ao ensino 

Aprendizado é uma palavra de ordem quando se fala no mercado de tecnologia e a Visagio incorporou essa necessidade criando uma universidade corporativa, que conta com mais de mil horas de treinamento ao ano e que ajuda tanto colaboradores como clientes a se aprimorarem. Mas 2020 marcou um momento diferente na companhia, no qual os colaboradores começaram a desenvolver programas próprios de qualificação. 

Chamada learning organization, a iniciativa é composta por grupos que estudam determinado tema (seja de uma tecnologia ou setor) por meio de frentes de estudos e capacitação. Nesses locais, os consultores interessados pelo tema estudam as práticas mais modernas, o que garante à Visagio um conhecimento maior sobre determinada área e também permite que os funcionários possam se especializar em um tema que desperte o seu interesse. 

De acordo com o sócio diretor, essas frentes já se debruçaram sobre temas como customer experience, gente e gestão, marketing, varejo e banking. Das trocas de experiências são originados materiais comerciais, institucionais e de treinamento, além de permitir aos colaboradores utilizarem o conhecimento adquirido no apoio de projetos que envolvam os temas estudados. 

O executivo reflete que esse projeto, que foi iniciado e gerenciado por conta do interesse dos próprios colaboradores, sintetiza uma parte muito importante da cultura da Visagio, que prega um “espírito de dono”, para que os colaboradores tenham autonomia suficiente para sugerirem novas práticas e ajudem no desenvolvimento da empresa como um todo. “Os pilares que a gente começou lá atrás continuam muito forte. Hoje, acho que a gente tem uma maior noção sobre cultura, mas, há 17 anos, isso foi nascendo meio que organicamente”, afirma. 

Desenvolvimento integrado é a meta para 2021 

Para 2021, um dos objetivos da companhia (que está com 523 funcionários,  sendo 40 sócios) encontra-se no reforço do programa de mentoria. “Por mais que a gente tenha evoluído ao longo dos anos, a gente quer dar mais força para ele, porque é uma alavanca muito forte de desenvolvimento das pessoas”, reforça Miguel. 

Outro ponto que a empresa quer explorar é como conectar de forma mais integrada os conteúdos e aprendizados desenvolvidos nas learning organizations dentro das trilhas de conteúdo já existentes em sua universidade corporativa. “Mas certamente vão surgir várias outras coisas, existem várias outras frentes que ainda precisam evoluir em 2021. 

Finalistas GPTW TI – Categoria 100 a 999 funcionários

1º – Microsoft Brasil

2º – Radix

3º – Visagio

 

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