Anatel divulga números da telefonia celular no Brasil

O crescimento no número de assinantes no ano foi de 41,47% sobre os
46,37 milhões registrados em dezembro de 2003. A média mensal de novas habilitações foi de 1,6 milhões em 2004.
A tecnologia TDMA, embora com uso decrescente, ainda permanece majoritária, com 23,3 milhões de celulares em operação (35,53% do total), seguida pelo GSM (22,42 milhões de acessos ou 34,18% do total) e da tecnologia CDMA, com 18,15 milhões de acessos (29,67% do total). A tecnologia analógica (AMPS) é utilizada por apenas 366.195 celulares.
O número de pré-pagos – 52,8 milhões – representa 80,47% do total dos acessos em operação. Em 2003, essa porcentagem era de 76,24%. Um total de 17,44 milhões de pré-pagos entraram em operação em 2004, o que significa um crescimento de 49,31% em relação ao ano anterior. Os pós-pagos somaram 12,81 milhões no ano, ou 19,53% do total de acessos – uma redução superior a quatro pontos percentuais em relação aos 23,76% do ano anterior.
Comparado aos 12 meses do ano anterior, em que foram habilitados 11,4
milhões de novos celulares, houve um crescimento de 67,34% no número de
habilitações. A teledensidade da telefonia móvel no País, que é o indicador
que mostra o número de celulares em serviço em cada grupo de 100 habitantes, subiu de 26,22 (2003) para 36,63 (2004) – um avanço de 39,7%.
O Natal é tradicionalmente a data que proporciona o maior aumento na comercialização de celulares. Outras datas importantes são os dias das mães, dos pais e das crianças.
O Distrito Federal continua sendo a unidade da federação com maior
penetração – a densidade já superou os 100 acessos por 100 habitantes
(exatos 100,01) em Brasília, uma expansão significativa em relação à
densidade de 72,02 registrada no DF em dezembro do ano anterior. Isso
significa que, na média, cada habitante da capital federal tem pelo menos um telefone celular – um contraste frente a Estados como Maranhão, cuja
densidade é de 13,89, ou Piauí, com 14,17 de densidade.
Comparando-se os resultados de dezembro de 2004 com o mês anterior (novembro 2004), o Rio Grande do Sul (com 55,24) superou o Rio de Janeiro (53,63) em densidade, ocupando agora a segunda posição entre os estados brasileiros. Mato Grosso do Sul é o quarto colocado, com 50,21 de densidade, enquanto o vizinho Mato Grosso passou a ocupar a quinta posição, com 42,68 de densidade.
São Paulo, caiu para a sexta posição, com teledensidade de 42,65, seguido de muito perto por Santa Catarina, com 42,57, enquanto Minas Gerais (terceiro em industrialização) permanece na 11ª posição (34,38), atrás do Paraná (38,18), Amapá (38,93), Goiás (40,11), Amapá (35,26) e Paraná (33,22). A região com menor densidade é o Nordeste, com 21,32. Pernambuco tem a melhor densidade do Nordeste, com 28,06. Já a Região Centro-Oeste registra a melhor densidade – 53,11 – entre as regiões brasileiras.
