A agenda da mudança

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8:04 am - 01 de agosto de 2008

É inquestionável que o setor de telecomunicações passou

por algumas mudanças significativas nos últimos anos, principalmente após a

privatização. É inegável também que o ambiente tecnológico tem contribuído muito

para que novas e grandes transformações ocorram e que algumas delas provocam

hábitos de consumo inéditos no consumidor.

O surgimento da GVT se deu a partir da privatização. Com

uma proposta diferenciada de oferta de serviços e de relacionamento com o cliente,

iniciamos nossas operações com base em um modelo de negócio que colocava, e

coloca, o cliente como centro de todas as iniciativas e esforços. A cada ano tivemos

novos desafios: desde a construção dos primeiros metros de rede, passando pela

definição dos produtos com alta proposta de valor para os usuários, o fortalecimento

da marca, o crescimento acelerado, a abertura de capital e, recentemente, a

expansão para novas geografias. Independentemente da etapa, sempre nos

mantivemos fiéis ao princípio de oferecer serviços inovadores e de alta

qualidade com padrão superior de atendimento.

Leia especial sobre os dez anos da privatização do Sistema Telebrás

É fato que as

cidades nas quais atuamos e onde, portanto, há competição, se beneficiam com a oferta

de soluções e condições garantidas por todos os players presentes. Isso sem

falar na grande quantidade de empregos gerados ao lançar uma nova operação ou

mesmo expandi-la em uma região onde já temos serviço. O grande desafio agora é

construir um cenário pró-competição.

Mas a grande

agenda do setor deve ser a forma para unir a velocidade da evolução

tecnológica, a mudança de comportamento do cliente e os planos de crescimento

com um ambiente regulatório e legal que também acompanhe este ritmo acelerado. O

estimulo da competição em seu sentido mais amplo, como um conjunto de regras

centrais, que realmente determine o estabelecimento da concorrência.

É garantir ao

consumidor a possibilidade da escolha, já que as amarras do cliente a qualquer

fornecedor não podem ser estruturais. Há uma série de discussões em curso sobre

como o setor de telecomunicações se estruturará e quais regras passarão a

vigorar. Não há dúvida que esta é uma oportunidade única de promover mudanças

capazes de impulsionar a competição. Alterações são naturais e têm de ser

feitas para uma constante evolução.

Certamente a

única coisa que nunca mudará é a convicção de que tudo o que fazemos na GVT tem

o cliente como nosso maior objetivo e é ele, no final do dia, que determina o

nosso sucesso e crescimento.

* Alcides Troller Pinto é vice-presidente

da Unidade de Negócios Varejo da GVT. Ele escreveu o artigo com exclusividade a pedido do IT Web.

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