7 desenvolvimentos chave de TI nos EUA desde 11/09

O governo norte-americano revelou nesta semana um relatório de 226 páginas doado pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, da sigla em inglês) juntamente com as revisões de cumprimento de sua missão desde os atentados de onze de setembro de 2001. A tecnologia da informação desempenha papel significativo no esforço do DHS, e esses sete exemplos, citados no relatório, demonstram que embora o órgão venha progredindo, muitos desafios permanecem.
– Rede de informação do Departamento de Segurança Interna
A rede do departamento, identificada pela sigla HSIN, do inglês, talvez tenha menos publicidade nesses dias do que os esforços do DHS, mas esse é exatamente o ponto da missão do órgão, de fornecer um lugar seguro para o DHS compartilhar informações de segurança. A HSIN é um portal seguro para alertas de segurança, advertência e informação da tecnologia do Departamento de Segurança norte-americano, e isso é usado por uma grande rede federal, estadual, local e organizações de setor privado, com gerenciamento de emergência para leis de imposição aos fornecedores de infra-estrutura crítica. O portal inclui documentos de bibliotecas, mensagens instantâneas, comunicação de incidentes, fóruns de discussão e inúmeros outros recursos.
Time de prontidão computacional para emergência
Quando a DHS criou essa equipe, chamada de US-CERT, em 2003, ela se tornou a chave do governo para responder aos ciberataques. Agências federais, atualmente, regularizam os relatórios de ciberincidentes para a organização, a qual responde compartilhando informações com os setores públicos e privados e investiga ataques. Assim a US-CERT se tornou parte essencial para os esforços do DHS frente aos esforços cibernéticos. A equipe tem passado por algumas turbulências depois que o ex-diretor Randy Vickers pediu demissão em julho.
Conexões de internet confiáveis e Einstein
As conexões seguras (TIC, da sigla usada no inglês) e programa Eistein mostram como o DHS tem se tornado parte central de proteção ads redes .gov. TIC é um esforço de consolidar redes de conexão externa e interna e pontos de acesso com as agências. As agências federais têm feito progressos e a DHS está desenvolvendo ferramentas para assegurá-las a cumprir as diretrizes federais Einstein, entretanto, evoluiu de uma rede governamental de esforço de monitoramento para incluir foco, na próxima interação com o programa, prevenindo invasões. Agora a internet tem três simulações de ciberataques em andamento em conjunto com os exercícios do DHS, chamado de tempestade cibernética, que traz constituintes por meios dos órgãos federal, estadual, local, de governos estrangeiros e do setor privado. A partir desses exercícios, a DHS tem reunido um número de lições apreendidas, e tem tomado reações corretivas após cada exercício para desenvolver artimanhas para responder aos ataques.
Visitantes americanos e status de indicação tecnológica de imigrantes
US-VISIT, como é conhecida a iniciativa, está prestes a usar o sistema biométrico e de base de dados para identificar visitantes estrangeiros que entram e saem do país, afim de identificar fraudes de identidades, criminosos e violações à imigração. US-VISIT realizou centenas de prisões e deixou milhares de pessoas na lista de supervisão. A tecnologia agora está sendo usada em trezentos pontos de entrada e saída do país, e o DHS trabalha para melhorar a capacidade de identificar estrangeiros, inclusive quando estiverem deixando o país. Entretanto, não está claro quando o US-VISIT entrará definitivamente em vigor.
SBInet
Embora uma série de projetos nesta lista exemplifiquem o progresso que o DHS fez, SBInet também é o exemplo de onde as coisas deram errado. O projeto teve como objetivo implantar sistemas inteligentes de segurança física ao longo da fronteira com o México, mas rapidamente saiu dos trilhos. O contrato com Boeing falhou na entrega, e o DHS foi citado por falhar no gerenciamento do projeto. Perdeu datas de entrega, excesso de custos e queixas dos usuários deram origem a diminuição no escopo do projeto e, além do cancelamento do contrato da SBInet no começo deste ano. O DHS agora está embarcando em outro plano de uma nova tecnologia de fronteira, que inclui algumas das tecnologias usadas na SBInet.
