Plataforma de desenvolvimento Outsystems chega ao Brasil pelas mãos de ex-sócios da WPD

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9:00 am - 18 de março de 2014

Para competir com a brasileira Softwell e a uruguaia Artech (Genexus), a portuguesa Outsystems, fornecedora de uma plataforma de desenvolvimento e gerenciamento de aplicações web e mobile, chega ao País por meio da TrueChange, distribuidor exclusivo da marca no País. A expectativa da companhia é crescer 20% este ano, e o Brasil faz parte desta estratégia.

Para isto, uma parceria já foi fechada com a integradora BRQ, que é o primeiro canal da companhia em território nacional. A meta é, até o final do ano, ter pelo menos 15 parceiros aptos para o uso e venda da solução da Outsystems. No primeiro momento, a ideia é que empresas com faturamento a partir de 60 milhões de reais sejam o alvo da companhia.

Saber como a empresa aportou no País é um dos diferencias. A distribuidora TrueChange foi fundada exclusivamente para a distribuição da Outsystems. Os sócios da distribuidora são os ex-donos da WPD (empresa brasileira de ERP para o setor da saúde, vendida no ano passado para a Agfa). Quando ainda estavam na WPD, os sócios viram que havia um jeito de ajudar a área de desenvolvimento de software da empresa, que contava com 80 colaboradores. Trocaram o modelo tradicional de escrever códigos para o de descrever, com a adoção da solução da Outsystems.

Depois de concluírem a venda da WPD, em 2011, resolveram, no ano passado, trazer a solução para o País. E desde o início deste ano, estão no mercado para demonstrar os benefícios da solução.

Em entrevista exclusiva à CRN Brasil, Carlos Alves, vice-presidente internacional de operações da Outsystems, afirmou que: ?Fizemos estudos baseado na comparação de dados e projetos. Em média, com o uso da nossa solução, o desenvolvimento é 10.9 vezes mais produtivo do que com o uso de tecnologias tradicionais?.

Entre os benefícios, Lázaro Pinheiro, sócio e diretor da Truechange destaca, além da produtividade e economia de tempo, a rapidez em que se treina um colaborador na solução. ?Para o primeiro nível, em 40 horas temos uma pessoa treinada. Para o desenvolvimento da TI no Brasil, por conta do apagão da mão de obra, isto é essencial?, diz ao completar que S ciclos de alterações e manutenções do desenvolvimento do software também são facilitadas.

Para quem quiser conhecer a solução, há uma versão free no site da companhia.

 

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