OCZ, GEIL, Corsair e Ballistix, overclock até 520 MHz!

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8:44 am - 12 de junho de 2010

Corsair XMS 3200XL

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Corsair MicroAs memórias Corsair que recebemos para teste-um par de módulos XMS3200 XL de 512 MB com dissipadores de calor de alumínio preto-fazem parte da nova linha XL, de eXtra Low latency, que inclui também os modelo 3200 XL Pro, com leds de indicação de atividade e vendida exclusivamente aos pares, e a 3200 XL PT (Platinum), com dissipador de calor prateado. As memórias vieram embaladas em uma cartela, igual aos demais produtos da Corsair, e só estão disponíveis nas versões de 512 MB, tanto aos pares (TwinX com 1 GB) quanto em embalagens individuais, nos casos dos modelos sem leds.

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A Corsair desenvolve seu próprio PCB, uma versão modificada do padrão de referência do JEDEC. Há uma grande discussão sobre a importância do PCB nas capacidades de overclock das novas TCCD, como veremos adiante quando analisarmos a memória da OCZ, mas até o momento não temos uma opinião definitiva sobre esse respeito. Pelos depoimentos encontrados na Internet há quem diga que o PCB de referência do JEDEC e a versão modificada da Corsair não são aptos a operar acima de 250 MHz.

De fato, o novo modelo DDR550 com CAS 2.5 da Corsair usa outro PCB, embora use os mesmos chips, o que é um indício de que essa questão dos PCBs faz algum sentido. Outra “lenda” que está se formando a respeito dos PCBs é que a versão com leds da Corsair, chamada de XMS Pro, e que tem um PCB bem diferente para poder acender os leds da memória conforme a utilização dos chips, oferece uma capacidade de overclock menor do que as versões sem leds. Não muito menor, mas o suficiente para surgir essa informação “não oficial” que tem norteado alguns usuários. Ainda não tivemos a chance de comprovar esse fato com experimentos práticos.

Há uma outra informação que merece ser levada em consideração. A Corsair foi a primeira a oferecer módulos com esses chips, e em nosso primeiro contato com essa memória em uma ABIT IC7-G (i875) há cerca de 4 meses atrás não atingimos mais do que os aclamados 250 MHz, enquanto que a PC4400 da mesma marca, equipada com Hynix D5, chegou a 275 MHz. De lá pra cá foram lançadas novas versões de BIOS para todas as placas mãe de alta performance e a compatibilidade melhorou muito, tanto é que agora conseguimos 260 MHz com uma ABIT IC7-MAX3 com aquela mesma memória, rigorosamente a mesma, pois ela permaneceu em nosso laboratório graças ao apoio da Corsair com o FórumPCs.

Tal comportamento é comum e já vimos acontecer antes, quando as primeiras BH5 eram problemáticas para algumas placas mãe, e depois que novas bios ofereceram melhor suporte a elas, se tornaram “lendas” desejadas por todos os overclockers.

Para dar uma resposta definitiva sobre o assunto dos PCBs, precisaremos testar essas memórias novamente em uma placa mãe baseada em nForce3 ou nForce4, capazes de atingir até 300 MHz no HTT (FSB do Athlon64) com processadores que permitem reduzir o multiplicador, o que não é o caso do nosso Prescott, que atingiu 3.9 MHz com um cooler a ar em 260 MHz. Até hoje, todos os artigos relacionados ao tema que pesquisamos na internet não chegaram a uma conclusão definitiva sobre o assunto, há variáveis como o tipo da placa mãe, a configuração em Single Channel ou Dual Channel, que impedem uma conclusão definitiva ou trate a questão do PCB isoladamente.

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