A Intelig, empresa espelho da Embratel nas chamadas de longa distância, conta com a participação acionária da Sprint, National Grid e France Telecom. Com a fusão da Sprint com a MCI Worldcom (acionária da Embratel), no ano passado, o governo brasileiro determinou a saída da Sprint.
Apesar do adiamento do prazo para depósito compulsório em instituição financeira relativo aos 25% que a Sprint detém na operadora, o conselho diretor da Anatel manteve todas as restrições determinadas em 17 de janeiro, como a suspensão do poder de voto e veto nas deliberações da Intelig.
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