ClickPapel consolida presença no mercado de B2B

A Clickpapel, empresa especializada em distribuição de papel na internet,
atingiu seu break even em seis meses, quando a previsão era que isso acontecesse em um ano e meio. Segundo Andrés Romero, diretor do ClickPapel, o resultado contraria as tendências alardeadas sobre a decadência dos sites B2B.A empresa desenvolveu um portal para um grupo empresarial especializado em distribuição de papel, que estava interessado em ingressar no mundo da internet.
Romero, que não revela o nomes de clientes, disse que o ClickPapel tem apresentado crescimento em seu faturamento e, já na primeira quinzena de janeiro de 2002, fechou contratos para o primeiro semestre com valores equivalentes a 60% do faturamento alcançado no ano passado. “A expectativa é que os resultados sejam 100% superiores aos de 2001, atingindo um faturamento de aproximadamente R$ 8 milhões até dezembro”, diz o execurito.
O ClickPapel é um canal direto de fornecimento a pequenas e grandes corporações em todo o território nacional. A idéia foi colocada em prática utilizando a consultoria da Visão Virtual em parceria com a InterSystems, empresa americana que atua no desenvolvimento de soluções de banco de dados de alta performance.
“Desenvolvemos soluções personalizadas. A realidade de conexão das empresas é diferente, mas sempre trabalhamos com banco de dados de alta performance”, conta Romero. O banco de dados utilizado pela empresa é multidimensional, permitindo o processamento de dados relacionais garantindo performance, escalabilidade e conectividade superiores aos dos bancos de dados convencionais, segundo a ClickPapel.
O site oferece hoje mais de mil itens de estoque e entrega seus produtos em todo o Brasil, sendo que, na região Sudeste, a entrega ocorre em 24 horas, segundo a empresa, que possui mais de 700 clientes ativos.
Além da facilidade de navegação, ressalta Romero, o site tem como diferencial a velocidade e praticidade propiciadas nas negociações. “Isto é possível porque o desenvolvimento em Caché consome menos hardware que os bancos de dados relacionais existentes no mercado, tornando-se mais econômico e eficiente”, conclui o diretor.
