Brasil ganha peso na estratégia da Hyland Software

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9:00 am - 18 de março de 2014

O Brasil ganha peso na estratégia da Hyland Software. A fabricante de soluções de gestão de conteúdo empresarial (ECM, na sigla em inglês) segue um processo de expansão internacional e tem colocado fichas no mercado nacional, um dos três com mais relevância nas receitas globais da companhia.

A provedora atua no país há alguns anos. Contudo, a base em solo brasileiro vem recebendo maior atenção e volume de investimentos desde o ano passado. O objetivo é dobrar o faturamento local e ampliar a base de organizações usuárias de suas tecnologias.

Cerca de 140 empresas utilizam a solução da fabricante no País. O plano é chegar a 200 até o final de 2014. Há também um reforço grande na área de canais. ?Criamos uma estratégia e montamos soluções que vão facilitar venda pelos parceiros e a entrada de novos clientes?, comenta Thelma Bruzadin, que trocou a Avnet no final de 2013 para assumir o posto de gerente geral da filial da Hyland no Brasil.

Atualmente tem 13 canais especializados comercializam produtos da marca. O ecossistema traz nomes como ATS (Inftec), Basis, Bull, Cast, Consultema, CSC, GSN, HP Brasil, Icone, IntechPro, Montreal, Recall e Stoque. A ideia é evoluir essa base para 20 revendas.

O programa de parceiras, explica a executiva, mira verticais como finanças, manufatura, logística, varejo e governo. Saúde é outro segmento no qual a companhia trabalha para tornar suas soluções aderentes a partir de 2015.

?ECM é um mercado onde não se tem um volume grande de canais, pois temos uma solução de valor. Não é aquele canal que tira pedido. Precisa entender, saber abordar o cliente?, avalia Thelma, citando esforços para transforma revendas altamente técnicas em provedores de soluções estratégicas e alinhadas à demandas dos mercados e clientes.

Há conversas com um distribuidor em andamento. O anúncio de uma parceria nesse sentido deve ocorrer em março. O elo viria com a missão de trazer e desenvolver revendas.

Em outra ponta, a companhia começa a trabalhar também um modelo de vendas diretas. Essa área, de acordo com a executiva, tem atuado mais na visita ao cliente, qualificação de lead e apoio aos parceiros. Contudo, é visto como um braço que pode ganhar força no futuro de maneira a ajudar nos resultados.

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