Banda C é alvo de disputa na Telexpo

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11:18 pm - 23 de maio de 2011

Executivos da Siemens, Alcatel, Nokia, Intelig e Inepar afirmaram que a adoção de uma única tecnologia para a Banda C no país vai facilitar o uso das telecomunicações. Segundo essas empresas, a faixa de 1.8 GHz traz mais vantagens para o usuário por oferecer maior flexibilidade e preços mais baixos.

Para o presidente da Alcatel, Jean François Fille, a redução de preço não estaria apenas ligada à tecnologia, mas a uma política de industrialização de cada empresa. Segundo o executivo, como a tecnologia GSM possui cerca de 250 milhões de usuários em todo o mundo, os fabricantes de equipamentos contariam com uma escala mundial de produção maior, com a conseqüente oferta de preços mais reduzidos. “E no caso de ser necessário importar equipamentos isso também seria feita a custos menores”, completou.

Já o diretor de Novos Negócios da Nokia, Jussi Koria, defendeu que a tecnologia GSM não é apenas usada na Europa, mas também nos continentes asiático e africano, além de parte dos Estados Unidos. “Isso significa que as empresas locais poderão exportar para 75% dos países que utilizam a banda C para telefonia celular.

Fernando Terni, presidente da Intelig, empresa espelho da Embratel, declarou que qualquer que seja a decisão da Anatel (pela tecnologia que será adotada no país para a Banda C) a empresa irá utilizar o padrão GSM.

O movimento deste grupo de empresa é uma resposta á iniciativa divulgada nesta manhã também durante a Telexpo por parte de seis fabricantes – Ericsson, NEC, Lucent, Motorola, Qualcomm e Nortel – defensores da faixa de 1.9 GHz para a terceira geração de celulares.

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