Como a Socialcast mistura nuvem para atrair clientes

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10:20 am - 12 de março de 2012

Rede social corporativa pode ser local, pode ser na nuvem ou você pode escolher.

A Socialcast deve ser a fornecedora de rede social corporativa que faz o melhor trabalho mantendo o equilíbrio entre a conveniência da nuvem e as demandas de grandes empresas que tendem a exigir mais controle. Esse apelo corporativo fez com que a VMware adquirisse a Socialcast, em maio passado. Na semana passada, eu visitei o escritório da Socialcast, que hoje é líder na divisão de software social da VMware, em São Francisco. Isso aconteceu apenas alguns dias depois do meu encontro com o CEO da Yammer, David Sacks, portanto, um dos tópicos da conversa foi a diferença entre a abordagem da Socialcast e o foco singular da Yammer na nuvem, além das estratégias de outros concorrentes, como a Jive Software.

Tim Young, fundador da Socialcast, que era o CEO antes de se tornar o líder do grupo de software social da VMware, que também inclui produtos como Sliderocket, disse que acredita que sua empresa tenha vantagens sobre concorrentes, como a Jive, porque seus produtos foram projetados, desde o início, para arquitetura de nuvem multi-tenant. No entanto, a Socialcast resolveu não ser tão purista quanto a Yammer, que não suporta qualquer modelo de implantação além de software como serviço em data center remoto.

Foi essa flexibilidade que rendeu a Socialcast, clientes como o Instituto SAS, Nokia, Humana e Philips Electronics, disse ele. ?Logo no início, escolhemos focar em grandes empresas como nossos clientes-base, cujas exigências são bem diferentes das empresas com menos de 500 funcionários. Achamos que, para comprovar muitos dos conceitos de efeito de rede que tínhamos em mente, precisávamos trabalhar com grandes clientes e ver como esses conceitos se comportavam?, contou Young. ?Encontramos algumas oportunidades locais desde o começo?, continuou Young. ?Eram empresas com muita PI [propriedade intelectual] sigilosa e que queriam mais controle. Como opção local, tivemos a ideia de uma ferramenta virtual, que nos levou a bater na porta da WMware?.

Como parceira de tecnologia, a VMware ofereceu à Socialcast uma forma de preservar um pouco da simplicidade do modelo de computação em nuvem sem ter de se afastar desses clientes que insistiam que qualquer aplicativo de colaboração corporativa deveria rodar dentro do firewall. No modelo de nuvem privada, uma instância do aplicativo da Socialcast roda em uma ferramenta virtual ? não em um pedaço físico de hardware, mas em uma instância completa do aplicativo que roda em um ambiente virtual da VMware. Isso poupa a Socialcast do fardo de ter de suportar diferentes configurações de servidor, enquanto dados e a decisão de quando realizar atualizações para um novo lançamento são mantidos nas mãos da área de TI de cada empresa.

A abordagem da ferramenta virtual não é exclusividade da Socialcast. A Socialtext, outras competidora no mercado de rede social corporativa, oferece algo parecido além de opção de nuvem e ferramenta física. Porém, a Socialtext escolheu focar em pequenas e médias empresas, enquanto as ambições corporativas e a abordagem parcialmente virtual da Socialcast tornaram-na alvo natural de aquisição para a VMware.

Uma das vantagens da computação em nuvem é que ela permite que o fornecedor se foque no suporte a uma única versão do software. Sacks, da Yammer, disse que isso permite que ele mantenha preços baixos, beneficiando os clientes. Isso contrasta com o modelo de implantação da Jive, em que muitos de seus clientes continuam rodando a versão 4.x do software, meio ano após o lançamento do Jive 5. A Jive está trabalhando no que chama de ?Projeto Thunder? (revelado durante a conferência de divulgação de resultados em fevereiro), que, de acordo com a empresa, vai ajudá-la a operar mais com o estilo de empresas de software-como-serviço que oferecem provisionamento automático de contas.

Os parâmetros exatos deste programa não estão claros, e um porta-voz da Jive disse essa semana, que a empresa não está pronta para revelar outros detalhes.

A Socialcast está em algum lugar no meio desse espectro, porque os clientes locais geralmente recebem atualizações do software aproximadamente um mês depois dos clientes hospedados em nuvem, e eles podem escolher quando realizar as atualizações. A maioria opta por atualizar assim que podem, ?em parte porque facilitamos muito pra eles?, disse Young.

Para implantar um novo lançamento, a equipe de TI pode testar novas instâncias de máquinas virtuais rodando o novo software enquanto a versão antiga continua operando. Depois que as novas instâncias passam por uma verificação de integridade, elas podem ser trocadas e as antigas, desligadas, sem qualquer interrupção nas operações ? embora organizações mais tradicionais prefiram fazer a troca fora do horário do expediente. ?Tentamos torná-lo um processo muito eficiente para a área de TI?, explica Young.

As organizações que não fizerem o upgrade imediatamente podem ter de esperar entre um e dois meses, mas não muito mais que isso, de acordo com Young. Elas não precisam esperar tanto porque a Socialcast realiza mudanças como aprimoramentos incrementais, em vez de upgrades bruscos, diz ele. ?Não existe o risco de um choque no sistema, daqueles que você acorda um dia e tudo está diferente?.

Clientes com implantações locais também podem testar as contas na nuvem como parte do pacote, o que permite que eles experimentem o novo lançamento antes de implantá-lo aos usuários, disse Young.

Como a Yammer, a Socialcast oferece uma versão básica de seu produto em versão freemium, o que significa que é possível utilizá-lo indefinidamente sem custos. No entanto, uma diferença é que a Socialcast oferece ferramentas administrativas gratuitas, enquanto a Yammer exige que as empresas tenham uma conta paga antes de definir um administrador. A versão gratuita ? ou freemium ? inclui uma versão light de integração do Active Directory, segundo Young. Isso é importante para empresas que querem manter o aplicativo de rede social em sincronia com o diretório corporativo.

A Socialcast recomenda que as empresas façam upgrade para uma licença corporativa para adicionarem funções como a Reach, para integração de aplicativos; External Contributors, para redes sociais estendidas; ou o recente lançamento, Thanks, aplicativo de reconhecimento de funcionário. O aplicativo Town Hall, para reuniões, está disponível por uma taxa extra.

A VMware está estrategicamente direcionada a empresas em três níveis: nível básico, de simplificação de operações corporativas por meio da virtualização; o reino da plataforma como serviço, da vFabric e Cloud Foundry; e a área de software social. ?Acreditamos muito que todos os aplicativos corporativos vão se tornar profundamente sociais?, disse Young. Mas, ao mesmo tempo em que aplicativos de todos os tipos vão desenvolver funções sociais, ?o que você quer é um gráfico social por toda a empresa?, que é o que a rede social corporativa precisa para unir todos esses feeds, disse ele.

A questão da integração de aplicativo social é ?periférica por enquanto?, mas vai se tornar mais proeminente nos planos das áreas de TI em breve.
Enquanto isso, a Socialcast vê evidências do aumento no reconhecimento da importância de software social em uma recente pesquisa realizada pelo Sloan Management Review, do MIT, que mostrou que ?23% dos profissionais de TI acreditam que softwares sociais são importantes para o desenvolvimento dos funcionários; enquanto apenas 10% dos CIOs acham o mesmo?.

Alexi Robicheax, diretor de gerenciamento de produto da Socialcast, interpreta isso como indicação de que nem mesmo os CIOs estão focados em software social ainda, ?as pessoas estão sentindo a demanda de seus parceiros de negócios.?

A estratégia de manter a simplicidade da nuvem enquanto permite que empresas cautelosas mantenham algum controle fez da Socialcast uma aquisição óbvia para a VMware.

Rede social corporativa pode ser local, pode ser na nuvem ou você pode escolher.

A Socialcast deve ser a fornecedora de rede social corporativa que faz o melhor trabalho mantendo o equilíbrio entre a conveniência da nuvem e as demandas de grandes empresas que tendem a exigir mais controle. Esse apelo corporativo fez com que a VMware adquirisse a Socialcast, em maio passado. Na semana passada, eu visitei o escritório da Socialcast, que hoje é líder na divisão de software social da VMware, em São Francisco. Isso aconteceu apenas alguns dias depois do meu encontro com o CEO da Yammer, David Sacks, portanto, um dos tópicos da conversa foi a diferença entre a abordagem da Socialcast e o foco singular da Yammer na nuvem, além das estratégias de outros concorrentes, como a Jive Software.

Tim Young, fundador da Socialcast, que era o CEO antes de se tornar o líder do grupo de software social da VMware, que também inclui produtos como Sliderocket, disse que acredita que sua empresa tenha vantagens sobre concorrentes, como a Jive, porque seus produtos foram projetados, desde o início, para arquitetura de nuvem multi-tenant. No entanto, a Socialcast resolveu não ser tão purista quanto a Yammer, que não suporta qualquer modelo de implantação além de software como serviço em data center remoto.

Foi essa flexibilidade que rendeu a Socialcast, clientes como o Instituto SAS, Nokia, Humana e Philips Electronics, disse ele. ?Logo no início, escolhemos focar em grandes empresas como nossos clientes-base, cujas exigências são bem diferentes das empresas com menos de 500 funcionários. Achamos que, para comprovar muitos dos conceitos de efeito de rede que tínhamos em mente, precisávamos trabalhar com grandes clientes e ver como esses conceitos se comportavam?, contou Young. ?Encontramos algumas oportunidades locais desde o começo?, continuou Young. ?Eram empresas com muita PI [propriedade intelectual] sigilosa e que queriam mais controle. Como opção local, tivemos a ideia de uma ferramenta virtual, que nos levou a bater na porta da WMware?.

Como parceira de tecnologia, a VMware ofereceu à Socialcast uma forma de preservar um pouco da simplicidade do modelo de computação em nuvem sem ter de se afastar desses clientes que insistiam que qualquer aplicativo de colaboração corporativa deveria rodar dentro do firewall. No modelo de nuvem privada, uma instância do aplicativo da Socialcast roda em uma ferramenta virtual ? não em um pedaço físico de hardware, mas em uma instância completa do aplicativo que roda em um ambiente virtual da VMware. Isso poupa a Socialcast do fardo de ter de suportar diferentes configurações de servidor, enquanto dados e a decisão de quando realizar atualizações para um novo lançamento são mantidos nas mãos da área de TI de cada empresa.

A abordagem da ferramenta virtual não é exclusividade da Socialcast. A Socialtext, outras competidora no mercado de rede social corporativa, oferece algo parecido além de opção de nuvem e ferramenta física. Porém, a Socialtext escolheu focar em pequenas e médias empresas, enquanto as ambições corporativas e a abordagem parcialmente virtual da Socialcast tornaram-na alvo natural de aquisição para a VMware.

Uma das vantagens da computação em nuvem é que ela permite que o fornecedor se foque no suporte a uma única versão do software. Sacks, da Yammer, disse que isso permite que ele mantenha preços baixos, beneficiando os clientes. Isso contrasta com o modelo de implantação da Jive, em que muitos de seus clientes continuam rodando a versão 4.x do software, meio ano após o lançamento do Jive 5. A Jive está trabalhando no que chama de ?Projeto Thunder? (revelado durante a conferência de divulgação de resultados em fevereiro), que, de acordo com a empresa, vai ajudá-la a operar mais com o estilo de empresas de software-como-serviço que oferecem provisionamento automático de contas.

Os parâmetros exatos deste programa não estão claros, e um porta-voz da Jive disse essa semana, que a empresa não está pronta para revelar outros detalhes.

A Socialcast está em algum lugar no meio desse espectro, porque os clientes locais geralmente recebem atualizações do software aproximadamente um mês depois dos clientes hospedados em nuvem, e eles podem escolher quando realizar as atualizações. A maioria opta por atualizar assim que podem, ?em parte porque facilitamos muito pra eles?, disse Young.

Para implantar um novo lançamento, a equipe de TI pode testar novas instâncias de máquinas virtuais rodando o novo software enquanto a versão antiga continua operando. Depois que as novas instâncias passam por uma verificação de integridade, elas podem ser trocadas e as antigas, desligadas, sem qualquer interrupção nas operações ? embora organizações mais tradicionais prefiram fazer a troca fora do horário do expediente. ?Tentamos torná-lo um processo muito eficiente para a área de TI?, explica Young.

As organizações que não fizerem o upgrade imediatamente podem ter de esperar entre um e dois meses, mas não muito mais que isso, de acordo com Young. Elas não precisam esperar tanto porque a Socialcast realiza mudanças como aprimoramentos incrementais, em vez de upgrades bruscos, diz ele. ?Não existe o risco de um choque no sistema, daqueles que você acorda um dia e tudo está diferente?.

Clientes com implantações locais também podem testar as contas na nuvem como parte do pacote, o que permite que eles experimentem o novo lançamento antes de implantá-lo aos usuários, disse Young.

Como a Yammer, a Socialcast oferece uma versão básica de seu produto em versão freemium, o que significa que é possível utilizá-lo indefinidamente sem custos. No entanto, uma diferença é que a Socialcast oferece ferramentas administrativas gratuitas, enquanto a Yammer exige que as empresas tenham uma conta paga antes de definir um administrador. A versão gratuita ? ou freemium ? inclui uma versão light de integração do Active Directory, segundo Young. Isso é importante para empresas que querem manter o aplicativo de rede social em sincronia com o diretório corporativo.

A Socialcast recomenda que as empresas façam upgrade para uma licença corporativa para adicionarem funções como a Reach, para integração de aplicativos; External Contributors, para redes sociais estendidas; ou o recente lançamento, Thanks, aplicativo de reconhecimento de funcionário. O aplicativo Town Hall, para reuniões, está disponível por uma taxa extra.

A VMware está estrategicamente direcionada a empresas em três níveis: nível básico, de simplificação de operações corporativas por meio da virtualização; o reino da plataforma como serviço, da vFabric e Cloud Foundry; e a área de software social. ?Acreditamos muito que todos os aplicativos corporativos vão se tornar profundamente sociais?, disse Young. Mas, ao mesmo tempo em que aplicativos de todos os tipos vão desenvolver funções sociais, ?o que você quer é um gráfico social por toda a empresa?, que é o que a rede social corporativa precisa para unir todos esses feeds, disse ele.

A questão da integração de aplicativo social é ?periférica por enquanto?, mas vai se tornar mais proeminente nos planos das áreas de TI em breve.
Enquanto isso, a Socialcast vê evidências do aumento no reconhecimento da importância de software social em uma recente pesquisa realizada pelo Sloan Management Review, do MIT, que mostrou que ?23% dos profissionais de TI acreditam que softwares sociais são importantes para o desenvolvimento dos funcionários; enquanto apenas 10% dos CIOs acham o mesmo?.

Alexi Robicheax, diretor de gerenciamento de produto da Socialcast, interpreta isso como indicação de que nem mesmo os CIOs estão focados em software social ainda, ?as pessoas estão sentindo a demanda de seus parceiros de negócios.?

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