Somos comprometidos com a privacidade, diz Microsoft sobre Skype

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6:08 pm - 30 de janeiro de 2013

Em uma breve resposta – mas, ainda assim, uma resposta – a Microsoft encaminhou um comunicado afirmando ter comprometimento com a privacidade dos clientes. O posicionamento veio diante de Carta Aberta escrita por um grupo de usuários a respeito do Skype e as informações coletadas, armazenadas e compartilhadas pelo serviço.

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Pelo que o texto indica, o mercado pode aguardar um comunicado mais objetivo. “Estamos revisando a carta. A Microsoft tem um comprometimento em colaborar com defensores, parceiros de indústrias e governos ao redor do mundo para desenvolver soluções e promover políticas públicas efetivas que ajudem a proteger a segurança e privacidade online das pessoas”, diz o documento.

A Carta Aberta ao Skype foi publicada nesta semana. “Entendemos que a transição de administração para a Microsoft  e as mudanças ligadas na jurisdição e gestão podem ter gerado algumas questões sobre acesso legal, coleta de dados do usuário e do grau de segurança das comunicações Skype, estão temporariamente difíceis de responder. No entanto, consideramos que  do tempo do anúncio original da fusão, em outubro de 2011, e na véspera da integração da Microsoft com o Skype, é chegado o tempo para a publicação de informações sobre privacidade de usuários”, introduzira o material.

Entre as solicitações, estão referentes a dados quantitativos sobre a liberação de informações de usuários a terceiros, desagregados por país de origem do pedido, incluindo o número de solicitações  feitos por governos, o tipo de dados solicitados e o total de pedidos atendidos, bem como o motivo alegado em caso de rejeição. Também querem saber quais são os dados dos usuários que são coletados e as políticas de retenção, bem como melhor entendimento sobre a troca de informações entre empresas terceirizadas, como provedores de rede, e a interpretação do Skype sobre sua responsabilidade em atender às regras  como às do Ato de Assistência à Comunicação por Forma da Lei (Calea, da sigla em inglês). Por fim, o documento solicita também informações sobre a relação atual entre com o provedor TOM Online, da China. O software TOM-Skype, parceiro do Skype usado na China, filtra mensagens de texto, removendo termos “sensíveis” determinados pelo governo chinês.

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