Software AG espera mais do que dobrar faturamento com IoT em 2018

Após encerrar o ano passado com receita total de 879 milhões de euros, crescimento de 2% em relação a 2016, a Software AG pretende repetir o bom desempenho neste ano ao dar continuidade em sua estratégia global de Internet das Coisas (IoT). A estimativa da companhia é de mais do que dobrar o faturamento de seu negócio de IoT em 2018, que no ano passado registrou 15 milhões de euros.

Para tal, a empresa reforçará seus esforços com o objetivo de atender às necessidades tanto de empresas que buscam a IoT para aprimorar seus próprios produtos e serviços, quanto players do mercado que precisam desenvolver e comercializar soluções de IoT.

A ideia é consolidar ainda mais a ADAMOS (ADAptive Manufacturing Open Solutions), joint venture formada em outubro de 2017 com quatro fabricantes alemãs – Dürr, Zeiss, DMG Mori e ASM PT – a fim de estabelecer padrões globais para o setor industrial usando sua plataforma Cumulocity IoT como base tecnológica. Outra aposta da empresa é a inteligência artificial, tecnologia que deve ser aplicada em todo o portfólio ao longo do ano.

Brasil e América Latina

Os planos para este ano também incluem, de acordo com Eric Duffaut, CCO da Software AG, construir a base para crescer o negócio de IoT no Brasil, que hoje representa cerca de 5% do faturamento total da empresa e o maior mercado na América Latina. A organização possui no País algumas centenas de clientes de grande porte que atuam em diversos segmentos de mercado, principalmente Governo.

Duffaut acredita que 2018 será um ano em potencial para que tanto o Brasil como a América Latina aumentem sua participação na receita global da Software AG. “Apesar dos desafios políticos e econômicos que o País está vivendo, e por estar atrás de outros mercados em relação a investimentos em TI, creio que haverá uma aceleração na transformação digital da região neste e no próximo ano.”

Ainda segundo o executivo, a plataforma de negócio digital (Digital Business Platform) da companhia continuará a ser a principal ferramenta para ajudar as empresas na transformação digital. “Provemos soluções que possibilitam ao cliente não só otimizar os processos, mas também reconstruir modelos de negócios”, enfatiza.

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