Socialcast traz respostas rápidas para trabalhadores remotos

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3:17 pm - 07 de fevereiro de 2012

Para o PSI, organização de saúde sem fins lucrativos, se firmar nas redes sociais requer melhores condições de trabalho.

A adoção de novas tecnologias nem sempre é tão fácil no PSI, de acordo com Marie Laure Curie, vice-diretora de aprendizagem e performance. “Nossos trabalhadores estão tão sobrecarregados com email que se a gente não os ajudar a acabar com o excesso de trabalho eles vão passar a ignorá-los”, disse. Mas eles não ignoraram o Socialcast quando o PSI adotou a ferramenta como uma forma de ajudar os trabalhadores distantes a se sentirem mais conectados com a organização, completa Marie.

A iniciativa social do PSI começou com um piloto atingindo 50 pessoas “e dentro de uma semana, tivemos 280 contas criadas e isso virou uma bola de neve, o que é ótimo”, disse ela. “As pessoas estão adotando a iniciativa. Em mais de um ano e meio, nós já registramos 2.000 usuários, usuários ativos.” A organização tem cerca de 8.000 funcionários, a maioria nativa dos países onde operam, assim 2.000 colaboradores “para nós é muito, considerando que muitos dos nossos funcionários não podem ter acesso à internet.”

“A taxa de adoção foi muito louco, muito rápido – muito mais rápido do que a wiki ou outras ferramentas online”, conta Marie.

Originalmente conhecido como Population Services International, o PSI começou como uma organização sem fins lucrativos focada em planejamento familiar e expandiu sua missão para impedir a propagação do HIV, bem como outras questões de saúde globais, como o combate à malária. A iniciativa de rede social significa menos para os funcionários na sede em Washington D.C, do que para todas as pessoas que estão fora da matriz. Em uma pesquisa de 2009, essas eram as pessoas que disseram que muitas vezes se sentiam desconectadas da organização.

“São esses trabalhadores remotos de Laos ou da Costa do Marfim que não podem se sentir conectados e quando têm problemas na organização eles têm que confiar em seus backstoppers em D.C,” ela disse, “não se pode confiar sempre em email.”

Embora o acesso à internet seja um obstáculo, um número suficiente de pessoas e de locais podem acessar o aplicativo, que já está fazendo a diferença, segundo a executiva. ?Nosso objetivo é levar as pessoas que estão distantes da empresa para dentro da organização por meio do Socialcast?.

Recentemente, ela ouviu falar de um caso em que um membro da equipe no Vietnã enviou um pedido de ajuda depois de ser pressionado por um doador a buscar por relatórios que ela não sabia onde encontrar. Por causa da diferença de tempo “ela demonstrou estar um pouco chateada, afinal ela queria fazer um bom trabalho. A colaboradora em questão postou uma mensagem e dentro de 18 minutos ela teve quatro respostas diferentes de quatro países diferentes”, disse Marie.

“Isso significa não ter de reinventar a roda, não refaçam o trabalho que tem sido feito por outros”.
Este é um dos temas comuns em histórias de sucesso de empresas que utilizam redes sociais: organizações globais encontram nas comunicações sociais uma maneira de conectar pessoas e atividades de coordenação ao redor do mundo.

Enquanto outros clientes do Socialcast, tais como SAS Institute, optam por executar o Socialcast dentro do firewall. Esta iniciativa é executada fora do núcleo de TI da organização e é a executiva quem lida com a administração do sistema Socialcast por conta própria.

“É algo muito bonito que você pode aprender por si mesmo”, disse ela. “Agora, o objetivo para nós é ter o máximo possível de pessoas no Socialcast.”

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