Sistema FIEG renova data center e garante economia de 60% nos gastos com operação

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12:23 pm - 18 de novembro de 2016

O Sistema FIEG – formado pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás, e as instituições SESI, SENAI, IEL e ICQ Brasil – escolheu o Data Bunker, da Tier4, para melhorar a performance e a infraestrutura do ambiente de TI. A renovação resultou na economia de 60% nos gastos com operação, além de controle online 24 horas por dia e sem interrupções.

O projeto surgiu diante da necessidade de atualização da infraestrutura antiga, instalada em Goiânia, que se mostrava defasada e impossibilitava novas adequações tecnológicas. Na época da construção da sala, o ambiente chegou a comportar 40 servidores, mas nunca houve um projeto específico para armazenar um data center, com pisos e sistemas de alarme e ar condicionado adequados.

A ideia inicial era fazer um retrofit (modernização do equipamento antigo) na sala de data center. No entanto, a instituição calculou que demandaria altos investimentos em ajustes na sala e o orçamento não suportava. Nesse cenário o Data Bunker supriu a necessidade. “Preferimos investirem em equipamento ao invés de pensar em retrofit. Foi uma solução mais compacta, com investimentos mais baixos e que atendeu totalmente nossas necessidades”, explica Marcos Fraga, gerente de TI do Sistema FIEG.

Fraga calcula que um retrofit demoraria no mínimo quatro meses, levando em conta a preparação de sala. A principal demanda das instituições era ter um ambiente seguro, com alta disponibilidade e com a garantia de um sistema de fácil gestão com combate a incêndio, circuito de câmera, controle de acesso e temperatura. Outra vantagem apontada pelo executivo é que a operação e a montagem foram muito mais rápidas e práticas. “O Data Bunker reunia todas essas facilidades em uma única estrutura fácil de ser montada e transportada, sem a necessidade de reformas e o melhor, com um custo muito menor se comparado a uma solução tradicional de retrofit do ambiente, como era nossa proposta inicial de projeto.”

Fraga comenta também que, após licitado, em 30 dias o equipamento estava funcionando. A operação foi iniciada em fevereiro deste ano.

O ambiente anterior também enfrentava frequentes quedas de sinal de comunicação que interrompiam o funcionamento dos equipamentos, prejudicando o tempo de vida útil das máquinas e, por consequência, as operações das 35 localidades das empresas que compõem o Sistema FIEG, espalhadas pelo estado de Goiás. “Tivemos estabilidade no ambiente, com 100% de disponibilidade. Nenhum momento de parada. Do início do ano ate agora, não registramos nenhum tipo de incidente”, concluiu.

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