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Nova tendência: CIOS optam por terceirizar parque de equipamentos de TI

Com a chegada das redes 5G, a demanda deve aumentar ainda mais, principalmente pela necessidade de refresh na infraestrutura das organizações

Por  Simpress

16:55 - 19 de julho de 2022
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O mercado de outsourcing vem se transformando e assumindo papel fundamental para que CIOs e suas áreas possam manter o foco em inovação. Pensando nessa aceleração digital, a Simpress, que mantém seu core em outsourcing, vem ampliando sua participação no mercado com novas ofertas.

A demanda por equipamentos de TI continua aquecida e o modelo do outsourcing tem sido a opção adotada por empresas de todos os tamanhos e segmentos da economia. O formato oferece mais agilidade de contratação, assertividade estratégica e redução nos custos operacionais da infraestrutura de tecnologia, resultando em maior desempenho financeiro para as empresas. Além de ser um investimento mais inteligente, a locação de equipamentos de TI, como PCs, notebooks e dispositivos móveis é relevantíssima porque libera os CIOs e equipes de TI a focar suas energias no desenvolvimento de soluções que estejam diretamente ligadas à atividade-fim das companhias.

O CEO da companhia, Vittorio Danesi, explica que a mudança no perfil de ofertas da empresa é fruto da evolução do mercado de outsourcing, que começou a ganhar força a partir do bug do milênio, quando as áreas de TI das empresas começaram a deixar a função de instrumentalizadoras para se tornar mais estratégicas. Com isso, começou a se tornar comum o modelo de terceirização. “É neste momento que a indústria de outsourcing passa a entregar serviços a um custo menor e com mais agilidade. Esse processo começa na virada do milênio e se intensifica à medida em que a aceleração digital avança”, explica.

De lá para cá os processos se tornaram mais rápidos, as empresas passaram a ser bombardeadas com novidades tecnológicas quase diariamente e, claro, as áreas de TI precisaram se adaptar. Esse movimento tornou ainda mais claro o alinhamento dos CIOs às atividades fim de suas empresas, a necessidade de delegar as chamadas atividades meio, onde a geração de valor é menor.

Danesi lembra que a Simpress vem conseguindo acompanhar esse movimento, antecipando necessidades. “Lá atrás visualizamos a possibilidade de oferecer outsourcing de impressão. Era um terreno fértil, tanto que hoje 90% do mercado corporativo não compra mais impressoras. Crescer junto com este modelo de negócio nos fez desenvolver, ao longo desse período, habilidades de processos de sistemas e de atendimento ao cliente que nos levaram a um tamanho interessante”, diz.

Ele destaca quatro destas habilidades como fundamentais atualmente: trabalhar com capital ativo e a necessidade de montar a infraestrutura do cliente; desenvolver gestão remota de mão de obra intensiva – a companhia conta hoje com 1,2 mil colaboradores de campo; a logística distribuída, desenvolvida a partir da demanda de entregar toner e peças de maneira descentralizada; e as capacidades de integração, desenvolvidas a partir da necessidade de integrar impressoras às redes e aplicativos dos clientes.

A partir destas habilidades, em 2019 a Simpress começou a expandir seu portfólio com a oferta de outsourcing de PCs com seu reposicionamento como provedora de outsourcing de equipamentos de TI. “Vimos que as habilidades que tínhamos estavam preparadas para trabalhar com diversos tipos de hardware e que tínhamos desenvolvido, nos 18 anos anteriores, processos e sistemas muito sofisticados para atender as exigências e as demandas de nossos clientes. A operação de SLA era robusta e tínhamos mais de 1,5 mil CNPJs como clientes da empresa”, conta.

Mais que isso, a ampliação não exigiria mudanças no quadro de colaboradores da empresa, mas um movimento de reciclagem e retomada de conhecimento sobre outras áreas para atender outras verticais.

Resultados

A partir de seu reposicionamento, a Simpress passa a atuar em quatro verticais: outsourcing de impressoras, onde a companhia tem 55% do market share; outsourcing de PCs e notebooks, a partir da unidade SimPC; outsourcing de dispositivos móveis – tablets e smartphones, com a SimMobile; e outsourcing de equipamentos de automação, como coletoras térmicas, a partir do pilar de negócio SimAutomation.

Para Danesi, estas ofertas compõem o que ele chama de fundação da transformação digital. “Se você imaginar que a TI é um prédio e que cada um dos andares apresenta tecnologias que trazem vantagens ao negócio, as ofertas da Simpress representam os pilares desse prédio, uma fundação sólida que dá aos CIOs tempo para cuidar dos andares de cima”, compara.

Com a chegada da pandemia no início de 2020 a Simpress estava no lugar certo, na hora certa. Ao mesmo tempo em que o outsourcing de impressão perde força por causa do isolamento social, aumenta tremendamente a necessidade de enviar equipamentos de TI para o home office de milhares de colaboradores dos nossos clientes. “Era exatamente o que estávamos prontos para atender”, diz, lembrando que naquele ano a empresa registrou crescimento de 13%.

Em 2021 o movimento estratégico adotado pela empresa se consolida, seu crescimento chega a 35% e ela atinge seu primeiro bilhão de faturamento. “Este ano estamos mantendo o ritmo e devemos ter o dobro do que faturamos em 2019”, revela Danesi. Somente no primeiro trimestre deste ano a Simpress registrou um crescimento de 45% em relação ao mesmo período do ano passado, com o volume de contratos firmados no segmento de PCs, notebooks, térmicas e coletores, tablets e celulares representando uma parcela expressiva desse crescimento.

“Expedimos nesses primeiros meses do ano 50% mais equipamentos que o mesmo período de 2021. Com a retomada do mercado e a necessidade de atualização e ampliação do parque tecnológico as empresas estão percebendo os benefícios dos contratos de outsourcing”, comenta, lembrando que, neste período, a Simpress vem se tornando ainda mais estratégica.

Danesi recorda que, desde 2014, todo o mercado vivia um ciclo contínuo de racionalização e redução de custos, com cada vez mais demanda e menos verbas para os projetos. É neste cenário que os CIOs precisam de parceiros com preços competitivos e que os liberem para seguir em sua jornada de aceleração digital.

A previsão de Danesi é que, com a chegada das redes 5G, esta demanda aumente ainda mais, principalmente pela necessidade de refresh na infraestrutura das organizações. “Muitas empresas esticaram o uso de sua infraestrutura para além do que deveriam e, por isso, há uma demanda reprimida de atualização que vai acelerar o uso de outsourcing para preparar isso”, diz.

O plano do CEO é dobrar novamente o tamanho da empresa até 2024, atingindo um faturamento de mais de R$ 2 bilhões. “Com esse novo posicionamento e o processo de aceleração mais intenso das áreas de TI, o que chamo de mercado endereçável terá um crescimento exponencial nos próximos anos. É o que queremos capturar”, afirma.

A Simpress, também está com uma nova marca, mais alinhada com a atuação da empresa e, principalmente, com seu propósito e sua vocação inovadora. A marca utiliza as mãos como símbolo indiscutível de sua parceria com clientes, colaboradores, parceiros e sociedade. “Os valores que estão representados nesta nova marca foram declarados pelos nossos clientes e nos trouxeram até aqui: a parceria, a flexibilidade, a proatividade e, claro, a inovação”, explica Danesi.

Apostando na economia circular

Vittorio Danesi lembra que o crescimento fez aumentar também a preocupação com a destinação dos equipamentos já utilizados, (produtos que retornam de contratos), e a demanda do laboratório para renovação de equipamentos seminovos e que deve dobrar o volume de equipamentos renovados no próximo ano. Com mais de 15 anos de existência, o espaço, batizado de Simpress Service Center e localizando em Santana de Parnaíba (SP), o ambiente conta com mais de 50 profissionais envolvidos no processo de revigorar cerca de 1.800 máquinas mensalmente. Para isso, o laboratório conta com 3.700 m2 de infraestrutura, com espaço para armazenagem e triagem de equipamentos como impressoras, multifuncionais, notebooks e desktops.

“Sempre tivemos a preocupação com o reuso e o descarte correto dos equipamentos que voltavam para a empresa ao final do contrato e por isso criamos o processo para revitalização, que foi ampliado no ano passado”, afirma Danesi. Para isso, a equipe do laboratório prepara as máquinas de acordo com os mais rígidos processos de qualidade, devolvendo-os ao mercado seminovos e ainda no modelo de outsourcing.

Só no ano passado, mais de 12 mil equipamentos foram avaliados no laboratório e expedidos para novas locações. O número representa 16% do volume de equipamentos novos, somando um total de 300 contratos ativos com equipamentos seminovos.  Além disso, no ano passado a Simpress realizou o descarte correto de mais de 330 mil quilos de resíduos de hardware, 500 mil quilos de resíduos de toner, cerca de 22,5 mil litros de resíduos efluentes derivados para lavagem de peças e pouco mais de 18,8 mil quilos de resíduos sólidos, derivados de papel, plástico, metal, resíduos de EPI, lâmpadas, pilhas e baterias.

“Além de deixar a equipe de TI focada no negócio da empresa e reduzir custos, o outsourcing de equipamentos de TI ainda oferece mais essa vantagem: colaborar com a economia circular e retirar do cliente a preocupação com a destinação correta dos equipamentos, cumprindo com as legislações vigentes de resíduos sólidos e logística reversa”, finaliza Danesi.

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