Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que a cidade de São Paulo tem cerca de 25 mil orelhões quase esquecidos, usados, em média, duas vezes por dia. Enquanto isso, 2,7 milhões de pessoas que se locomovem por semana utilizando o serviço de ônibus da cidade não possuem internet no celular.
O Festival Red Bull Basement quis promover nova função aos telefones públicos e fazer com que os aparelhos tenham um impacto significativo na vida do cidadão. Por meio da ação Smart Orelhão, os telefones, que muitas vezes estão instalados próximos aos mais de 6 mil pontos de ônibus distribuídos pela cidade de São Paulo, foram hackeados, ou seja, se transformaram desde segunda-feira (15/8), em centros de informações sobre horários e itinerários das linhas de ônibus que circulam naquele perímetro. A iniciativa não tem data para acabar.
Ao usuário basta uma ligação gratuita para o número 0800 887 0878 e o sistema, automaticamente, identificará de qual orelhão ele está ligando e o informará sobre os horários e as linhas de ônibus que servem o ponto de ônibus mais próximo. O orelhão funciona como uma central que, ativada por geolocalização, é capaz de mapear o perímetro e produzir dados úteis aos cidadãos.
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…
por Bruno Paiuca Dentro da jornada de digitalização dos ecossistemas de segurança, a validação e…
A Alphabet, controladora do Google, planeja levantar US$ 80 bilhões por meio da venda de…
O Sberbank, maior banco da Rússia, está oferecendo modelos de inteligência artificial (IA) a países…
A Palo Alto Networks registrou forte aumento na procura de clientes por orientações sobre segurança…
O iFood confirmou nesta terça-feira (03) o vazamento de dados cadastrais de aproximadamente 1,2 milhão…