Notícias

Da inspiração ao produto final: como desenvolver softwares robustos?

Já parou para analisar que softwares como WhatsApp, Uber, iFood, Instagram etc, são sistemas de alta qualidade, que geram boas experiências de uso, e que o simples fato de funcionarem muito bem faz com que a exigência dos consumidores aumente? Através desses aplicativos, por exemplo, é possível transacionar com segurança seus dados pessoais e até mesmo pagamentos.

As múltiplas funcionalidades que estes apps possuem proporcionam facilidade, agilidade, modernidade e confiança aos usuários.

O fato de serem desenvolvidos por gigantes de tecnologia, que possuem equipes grandes de engenheiros qualificados, explica o alto nível de eficiência e entrega que essas plataformas oferecem aos seus públicos. O que as empresas ainda não notaram é que isso reverbera em vários âmbitos da vida das pessoas, gerando a expectativa de que as demais tecnologias, ferramentas etc, utilizadas inclusive no trabalho, também devam funcionar com a mesma robustez.

Confira: a cobertura do IT Forum Trancoso!

Para as companhias desenvolverem, de maneira realmente eficiente, um software para a operação – seja voltado para atendimento aos clientes, para gerir de maneira inteligente os indicadores de negócios, gerir pessoas, aprimorar o backoffice, o setor financeiro, RH, etc -, o primeiro passo é se inspirar nestes sistemas com alto nível de qualidade.

Como desenvolver excelentes softwares

O Gartner estima que os gastos mundiais com TI devem totalizar US$ 4,5 trilhões este ano, um aumento de 3% em relação a 2021. Ou seja, as companhias investem muito em tecnologia, na tentativa de aprimorar os processos e ganhar escalabilidade. Porém, falando especificamente em desenvolvimento de software, sabe-se que não é uma tarefa fácil e que não adianta apenas investir dinheiro.

O segredo para ter softwares personalizados robustos, que apoiam a operação de maneira estratégica, requer, acima de tudo, expertise no processo de desenvolvê-los, para que contemplem:

  • Excelente experiência de uso (UX), para suprir a alta expectativa dos usuários;
  • Experiência dinâmica, com composição das telas, cores, elementos gráficos, imagens, animações e entrega de dados com alta legibilidade;
  • Qualidade funcional, com as funcionalidades do software cumprindo ininterruptamente o que se propõem a fazer, de maneira rápida, clara e objetiva, sem bugs ou problemas;
  • Segurança e resiliência, assegurando que os usuários possam utilizar todas as funcionalidades do software, transacionando dados sensíveis se necessário, sem riscos de falhas na segurança;
  • Alta escalabilidade, permitindo, se necessário, grande escala seja na quantidade de informações processadas ou quantidade de acessos simultâneos de forma estável;
  • Qualidade estrutural e fácil manutenção, para que a equipe de TI consiga, de maneira eficiente e rápida, aplicar melhorias e aprimorar o funcionamento em geral;
  • Observabilidade e prevenção à falha, marcados pelo monitoramento inteligente de como o software se comporta, para que a equipe consiga coletar e analisar métricas, seja para solucionar problemas rapidamente ou melhorar, inclusive a experiência do usuário.

Todos esses quesitos, essenciais a um software personalizado de alta qualidade, melhoram exponencialmente a operação da empresa. Uma vez que os softwares desenvolvidos são colocados em uso e aprimorados sempre que necessário, a companhia também adquire maturidade sistêmica, ou seja, quando seus softwares estão estáveis e agregando valor ao negócio.

Essa orquestração resulta em boas experiências tanto para os colaboradores quanto para os clientes, supre os problemas/gaps, aprimora as áreas, gera escala, reduz custos e proporciona vários outros benefícios que impactam diretamente os negócios.

Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!

Companhias que buscam liderança de mercado não devem utilizar apenas as tecnologias comumente usadas por concorrentes – é necessário investir em softwares projetados para suprir as necessidades específicas do negócio. Assim, além de diferencial de mercado, a empresa realmente aumenta sua eficiência operacional e garante uma boa experiência aos clientes e colaboradores, tornando- se referência em sua área de atuação.

*Rafael Sapata é fundador e CEO da UDS

Recent Posts

LinkedIn chega a 100 milhões de usuários no Brasil e mira a era dos agentes de IA

O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…

24 minutos ago

IA deve definir competitividade corporativa até 2030, aponta IDC

A inteligência artificial deixou de ocupar apenas o espaço de experimentação nas empresas brasileiras e…

1 hora ago

Google e CBF usam inteligência artificial para preparar o Brasil na Copa do Mundo

Na semana de estreia do Brasil na Copa do Mundo, o Google anunciou nesta quarta-feira…

2 horas ago

Empresas brasileiras aceleram investimentos em IA, mas falham em governança

O avanço da inteligência artificial nas empresas brasileiras tem ocorrido em ritmo acelerado, mas a…

2 horas ago

Google, Sebrae, Itaú Unibanco e Tera lançam programa gratuito de IA para empreendedores

O empreendedor brasileiro já convive com a inteligência artificial (IA), mas ainda enfrenta o desafio…

4 horas ago

Natura busca startups de beleza para programa de aceleração voltado à inovação e crescimento na América Latina

A Natura abriu as inscrições para a edição de 2026 do Natura Innovation Challenge, iniciativa…

5 horas ago