A empresa conta com nova estrutura administrativa e novos projetos relacionados a implementação de IA
A Semantix passa por mudança de comando após a saída de Nelson De Lorenzi Campelo, que liderou a Atos na América do Sul por mais de sete anos e, posteriormente, assumiu a gestão da Semantix após a fusão entre as duas companhias. Em publicação no LinkedIn, o executivo afirmou que chega o momento de iniciar uma nova etapa de sua trajetória profissional e que pretende descansar ao lado da família antes de definir os próximos passos.
Em seu relato, Nelson De Lorenzi Campelo destacou um período de crescimento médio de 15% ao ano à frente da Atos, além do fortalecimento da geração de caixa e da ampliação da base de clientes, mesmo em um momento de reestruturação da matriz global da companhia.
Para sucedê-lo, a Semantix redesenhou sua base administrativa, com novas posições: Claudia Goulart assume como managing diretor, acumulando a função de CFO; Daniel Lopez, promovido a vice-presidente de operações. O fundador da companhia, Leonardo Santos Poça D’Água, permanece como executive chairman, com atuação voltada à definição da estratégia da empresa e à supervisão do novo modelo operacional.
Claudia Goulart passa a liderar as áreas de finanças, jurídico, compliance, TI, compras, RH e marketing. Enquanto Daniel Lopez mantém o comando de operações e assume também vendas e produtos, unificando a jornada do cliente.
“A partir de agora, nosso compromisso é converter essa capacidade única em resultados concretos”, afirma Claudia.
A mudança de liderança ocorre na sequência da aquisição das operações da Atos na América do Sul pela Semantix, que ampliou a atuação da companhia para sete países da América Latina.
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A empresa também sinaliza que o próximo ciclo da companhia será conduzido pela SemantixAI, arquitetura proprietária que integra, orquestra e governa agentes de inteligência artificial aplicados aos processos de negócio.
Segundo a empresa, a plataforma está no centro do modelo operacional adotado após a integração com a Atos, com o objetivo de ampliar a oferta de soluções aos clientes.
A companhia afirma também utilizar a própria tecnologia internamente, aplicando o projeto na operação do negócio como parte da estratégia que chama de AI-driven. O uso interno da plataforma serve como validação da tecnologia antes da oferta aos clientes.
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