All Rights ReservedView Non-AMP Version
IT Forum
  • Homepage
  • Notícias
Categories: Notícias

Schneider Electric destaca adoção de Edge Computing para reduzir latência na nuvem

Mais do que nunca, as empresas buscam conexões de rede rápidas e confiáveis para manter a produtividade, que pode ser prejudicada se a velocidade não atender a demanda. Isso não acontece por falta de largura de banda, mas pela latência excessiva da rede. Para a Schneider Electric, especialista global em gestão de energia e automação, o modelo de arquitetura que garante a funcionalidade dos serviços de um data center em nuvem é o Edge Computing, pois potencializa a arquitetura de computação em nuvem, oferecendo maior disponibilidade e acesso aos dados.

“Sabemos que o problema da latência ocorre pela forma como a Internet é projetada para operar e os protocolos que utiliza, especialmente o BGP (Border Gateway Protocol). Edge Computing pode minimizar este inconveniente”, afirma Alan Satudi, gerente de marketing de produtos da Schneider Electric.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

O Border Gateway Protocol (BGP) permite, em diversas situações, que a Internet se mantenha operante mesmo em casos de interrupções ao criar rotas alternativas. Porém, o sistema não é tão efetivo ao calcular quanto tempo um determinado pacote de dados vai demorar para chegar ao seu destino. “O BGP preocupa-se somente com o número de saltos entre os endereços de origem e de destino. Consequentemente, a rota com o menor número de saltos é a escolhida, não importando o quão longa ou congestionada possa estar”, explica Satudi. Destaca ainda, que o problema da latência excessiva é particularmente grave quando se trata de voz e vídeo, já que pode causar o congelamento de imagens e a parada ou deslocamento das vozes – dificuldade comum para quem usa a Internet.

Neste contexto a arquitetura de Edge Computing pode minimizar o problema de dois modos.

O primeiro é implementar uma série de computadores ao redor da Internet para fazer o cache do conteúdo, armazenando-o mais perto dos usuários que o consomem. Isto é essencialmente o que fornecedores de CDN (content delivery network) fazem.

Considere uma empresa multinacional sediada em São Paulo. Ela tem usuários em todo o mundo que rotineiramente precisam acessar dados corporativos, frequentemente baixam arquivos grandes, realizam streaming de webcasts em vídeo e assim por diante. Quem está na matriz ou próximo dela provavelmente não terá problema para acessar o que precisa. Mas, quanto mais longe os usuários estão da matriz, maior será a latência, ou seja, mais tempo levará para acessar e baixar arquivos.

Para resolver a situação, a empresa poderia contratar um serviço de Content Delivery Network – rede de distribuição de informações que fornece conteúdos com mais rapidez para o usuário final e com um menor custo para as empresas -, que tem dispositivos de armazenamento em cache próximos de onde os seus usuários finais estão localizados. Por exemplo, na primeira vez em que um usuário distante solicitar acesso a um webcast, ele será transferido para um dispositivo de armazenamento em cache próximo dele. Da próxima vez que qualquer usuário no mesmo local ou nas proximidades quiser acessar o mesmo webcast, ele virá do dispositivo de armazenamento em cache, com muito menos latência do que o primeiro download.

Outro modo consiste na instalação pela empresa multinacional de pequenos data centers em diversos lugares do mundo, próximos a grandes concentrações de funcionários. Assim, é possível replicar todas as aplicações críticas e sensíveis a atrasos nestes data centers como, por exemplo, suítes de comunicação unificada que suportam voz, mensagens instantâneas e vídeo. O resultado final é um desempenho muito melhor devido à redução drástica da latência obtida devido ao acesso a data centers próximos da localização do usuário.

Next FireEye anuncia novas ofertas em Cloud e Virtual para Endpoint Security »
Previous « Senior anuncia aquisição da Gôndola Sistemas, empresa de soluções para segmento supermercadista
Share
Published by
Editorial IT Forum 365
Tags: Schneider Electric
9 anos ago

    Related Post

  • Movida lança agente de IA no WhatsApp em parceria com a Meta e aposta em nova experiência de locação
  • Oracle nomeia Marcelle Paiva como nova VP de vendas, Data&AI Hub na América Latina
  • Mercado de IPOs de tecnologia ganha força com avanço da IA

Recent Posts

  • Notícias

Movida lança agente de IA no WhatsApp em parceria com a Meta e aposta em nova experiência de locação

A plataforma de locação de automóveis Movida lançou um agente de inteligência artificial integrado ao…

3 dias ago
  • Notícias

Oracle nomeia Marcelle Paiva como nova VP de vendas, Data&AI Hub na América Latina

A Oracle anunciou Marcelle Paiva como nova vice-presidente de vendas, Go-to-Market (GTM) e ecossistema para…

3 dias ago
  • Notícias

Mercado de IPOs de tecnologia ganha força com avanço da IA

O mercado de ofertas públicas iniciais voltou a ganhar tração em 2026, impulsionado principalmente pelo…

3 dias ago
  • Notícias

Oracle adiciona US$ 85 bilhões em contratos de IA e encerra trimestre com carteira recorde de US$ 638 bilhões

A Oracle encerrou o quarto trimestre e o ano fiscal de 2026 com resultados recordes,…

3 dias ago
  • Notícias

Disputa entre Anthropic e OpenAI expõe divergências sobre o futuro da inteligência artificial

A disputa entre Anthropic e OpenAI ganhou novos contornos e se tornou um dos principais…

3 dias ago
  • Notícias

Marketing B2B precisa se reorganizar para atender compradores mais autônomos, diz Forrester

As áreas de marketing B2B precisam rever sua estrutura operacional para acompanhar a transformação do…

3 dias ago
All Rights ReservedView Non-AMP Version
  • L