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Os desafios da administração de redes em locais remotos

Muitas companhias operam com redes de dados distribuídas em diversas localidades. Para as grandes organizações, que operam em múltiplos espaços, esse problema pode ser resolvido com uma equipe de tecnologia em cada um desses locais. Mas, para empresas menores ou as que operam com nenhuma ou pequenas equipes alocadas, a opção de designar um time de TI para cada local remoto é simplesmente impossível.

Há muito tempo este tem sido um grande problema para entidades como redes de escolas, presídios, municípios, operadores de transporte público, escritórios imobiliários, e uma grande variedade organizações com mais locais de rede que equipes de TI. E essas organizações têm aplicado vários métodos para gerenciar os equipamentos. Algumas escolas, por exemplo, utilizam equipes não especializadas, que são formadas por professores de matemática ou ciências para administrarem suas redes. Porém o sucesso desse método depende muito de cada professor.

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Em qualquer que seja o caso, esse profissional irá operar em modo de reação, agindo apenas quando problemas ocorrem, em vez de ser proativo e prevenir essas situações. Seu trabalho principal, que é lecionar, tem prioridade sobre o papel de administrador de redes, e o resultado disso é que eles fazem apenas o necessário para manter a rede funcionando.

Outra estratégia adotada é a terceirização do serviço de manutenção de rede, o que é uma forma de garantir a disponibilidade de uma equipe técnica qualificada para agir em diversos lugares. Entretanto, essa abordagem também possui alguns inconvenientes, como os custos, visto que conhecimento técnico de rede de dados não é barato, mesmo que contratado somente quando necessário.

Tem também a questão da equipe contratada, diferente de uma equipe interna, não ter um forte incentivo para aprimorar a rede ou antecipar problemas. Tarefas de manutenção serão tratadas como uma série de eventos únicos, sem a visão do todo da segurança da rede. Além disso, utilizar serviços contratados exige especificações mais completas dos serviços requeridos. Ao menos que as tarefas sejam claramente detalhadas, desentendimentos e custos adicionais irão ocorrer.

Enviar equipes de TI de centrais para localizações remotas também pode ser uma solução. Essa abordagem remove as complicações e desvantagens de usar empresas contratadas para realizar serviços de manutenção de rede. Porém, não é uma boa opção de custo-benefício. Fazer um engenheiro de redes qualificado passar horas viajando para diversos lugares para realizar tarefas de manutenção não é melhor forma de utilizar as habilidades desse profissional.

Fica claro que nenhuma destas abordagens é a ideal, mesmo que apresentem um certo mérito na solução de problemas. Organizações com recursos limitados, mas com redes espalhadas por diversas localidades, precisam de melhores soluções para gerenciamento dessas redes remotas.

A solução está na compra de equipamentos com conectividade e controle remoto dos equipamentos, que façam a coleta de dados backhoul por meio de sensores ambientais, vídeovigilância, controle de sinalização eletrônica, serviço de informações de histórico local, wireless hotspot, serviço de informação em estações sem equipes e comunicação com estações meteorológicas automatizadas.

Ao administrar remotamente uma rede local, o gestor de TI fica mais tranquilo e pode otimizar o uso de recursos, garantir a operação e desempenho, com uma abordagem proativa e preventiva, por meio de monitoramento dos elementos de rede, emissão de relatórios gerenciais, recomendações e ações corretivas. Sem dúvida, uma solução rápida e eficaz.

*Renato Rosseto é vice-presidente de Vendas para a América do Sul da Allied Telesis Brasil

 

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Redação
Tags: Allied Telesisartigo
9 anos ago

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