Jürgen Müller, ex-executivo da SAP, chegou a um acordo para encerrar uma investigação criminal na Alemanha sobre acusações de assédio, após deixar a maior empresa de tecnologia da Europa em setembro devido ao que chamou de comportamento “inapropriado” em um evento corporativo.
Os promotores de Berlim arquivaram o caso depois que Müller concordou em fazer um pagamento, informou seu advogado de defesa, Daniel Krause, em um comunicado por e-mail, segundo informações da Bloomberg. Ele não revelou o valor pago, mas acrescentou que seu cliente foi investigado por “apenas um caso de suposto assédio”.
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A Bloomberg noticiou em dezembro que Müller teria tocado nas nádegas de uma funcionária. A investigação criminal foi inicialmente aberta por promotores em Heidelberg, próximo à sede da SAP, após o anúncio de sua saída. Posteriormente, o caso foi transferido para Berlim, onde o incidente teria ocorrido.
O jornal alemão Handelsblatt foi o primeiro a divulgar a notícia do acordo. Os promotores de Berlim se recusaram a fornecer detalhes sobre o acordo, citando preocupações com a privacidade. A SAP também não comentou o caso à Bloomberg.
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