A Y Combinator, aceleradora de startups norte-americana, anunciou planos para iniciar um programa piloto que oferecerá US$ 2 mil mensais para até cem moradores de Oakland, nos Estados Unidos, para que eles experimentem suas vidas quando um robô passa a fazer seus trabalhos.
A companhia contratou um pesquisador para conduzir o projeto, descrito como um estudo de curta duração para entender melhor o impacto de uma sociedade na qual muitos empregos serão terceirizadas dando lugar à automação.
O teste é parte de um projeto de pesquisa de cinco anos sobre mudanças sociais e comportamentais geradas por robôs e inteligência artificial, que já começam a ingressar no mercado de trabalho.
“Oakland é uma cidade com grande diversidade social e econômica, mas tem riqueza concentrada e desigualdade considerável”, escreveu Sam Altman, presidente da aceleradora, em seu blog. “Essas características tornam o lugar excelente para rodar nosso piloto”, completou.
O executivo justificou o investimento no projeto ao dizer que em um mundo no qual a tecnologia está caminhando para eliminar postos de trabalho mais do que criá-los, vai ser uma mudança muito difícil para as pessoas que não estiverem prontas.
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