Empresas no Vale do Silício contam com mais mulheres à
frente dos negócios. É o que indica estudo realizado pelo escritório de
advocacia Fenwick & West. Elas ocupam a presidência ou a diretoria de
operações em 37,5% das maiores companhias da região, de acordo com estudo.
Exemplos não faltam: Safra Catz é coCEO, ao
lado de Mark Hurd, da Oracle; Lisa Su
lidera a Advanced Micro Devices (AMD) e Meg Whitman, a HP. No
Brasil, Cristina
Palmaka comanda a operação nacional da SAP.
O levantamento identificou que a proporção de mulheres líderes em empresas do
Vale do Silício tem aumentado de forma constante ao longo de duas décadas.
O tamanho da organização parece ter importância quando se trata de
diversidade. Em média, as 15 maiores empresas do Vale do Silício tinham 1,6
diretora, quase o dobro da média de 0,9 entre as 150 maiores empresas de
tecnologia. Entre as S&P 100, em média, são 2,6 diretoras.
De acordo com o jornal The Wall Street Journal, estudos recentes de
grandes empresas de tecnologia mostram que a escassez de mulheres na
liderança de organizações do Vale do Silício tem caído.
No entanto, o desafio de encontrar executivas para os cargos de
liderança permanece. “Como CEO do sexo feminino, uma das minhas principais
prioridades é encher a empresa com a melhor liderança que posso encontrar, e há
poucas mulheres para escolher”, disse à publicação Ann Johnson, CEO da
Interana, empresa de analytics na Califórnia. Segundo ela, há poucas mulheres
no segmento.
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