Vivo e São Martinho vão conectar 3 milhões de hectares
Projeto amplia cobertura de quatro unidades da empresa em São Paulo e Goiás, e promete melhorar conectividade de regiões vizinhas

A São Martinho, companhia do setor sucroenergético, está executando um projeto de conectividade rural com a Vivo, o “maior já desenvolvido pela operadora”, com cobertura que pode chegar a três milhões de hectares. O acordo prevê a instalação de uma infraestrutura com 44 torres 4G, NB-IoT e LTE-M para cobrir quatro complexos agroindustriais em Pradópolis (SP), Iracemápolis (SP), Américo Brasiliense (SP) e Quirinópolis (GO).
A evolução permitirá comunicação em tempo real entre máquinas, sensores e centros de controle, permitindo soluções de automação, telemetria, sensoriamento remoto e monitoramento climático.
A implantação está prevista para o início de 2026, e busca integrar iniciativas da última década, incluindo rede 4G privada, centros de operações agrícolas e um centro de inovação com rede 5G experimental. O projeto também promete melhorar o acesso à internet em 57 municípios do entorno do projeto, especialmente comunidades rurais, escolas e instituições de saúde nas regiões próximas às plantas.
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“A colaboração com a Vivo representa um marco essencial na nossa trajetória de transformação digital. Ao garantir conectividade plena na área produtiva, conquistamos ganhos significativos em eficiência, agilidade e inteligência operacional, um avanço que reflete diretamente na nossa produtividade”, explica em comunicado Edi Claudio Fiori, diretor de TI da São Martinho.
Segundo as partes envolvidas, a rede NB-IoT permitirá o uso de sensores fixos em equipamentos e sistemas de irrigação inteligente, além de dispositivos de monitoramento ambiental. Já a LTE-M dará suporte a aplicações móveis, como telemetria de frotas, colhedoras e tratores conectados, importantes na gestão de grandes áreas agrícolas.
“Por meio das redes 4G, NB-IoT e LTE-M, conectamos máquinas, dados e pessoas, impulsionando a eficiência produtiva e o desenvolvimento regional. A tecnologia se torna, assim, um vetor de sustentabilidade, inclusão e competitividade para o campo”, afirma Adriano Pereira, diretor de IoT, Inovação e Big Data B2B da Vivo.
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