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Modelo híbrido pós-pandemia já foi escolhido por 43% das empresas brasileiras

O modelo de trabalho híbrido não só é o mais desejado pelos trabalhadores de grandes empresas brasileiras quando a pandemia arrefecer como já foi definido como padrão por quase metade delas. É o que revela uma pesquisa feita pelo IDC a pedido do Google Cloud e divulgada nesta quinta-feira (13).

O objetivo do estudo foi entender que modelos de colaboração as grandes empresas brasileiras pretendem adotar. Foram ouvidos 897 colaboradores de grandes empresas que atuam no país entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

Segundo os entrevistados, o modelo híbrido de trabalho já foi definido por 43% das empresas como padrão após a pandemia, enquanto 9% devem seguir com um modelo totalmente remoto.

Nas empresas que ainda não se decidiram (33% do total), é o modelo desejado pela maioria dos trabalhadores (59% dos entrevistados). Os mais jovens (entre 18 e 21 anos) são os que mais desejam o modelo: 76% querem uma rotina que mescle casa e escritório.

A economia de tempo com o transporte foi considerada o maior benefício do home office para 67% dos entrevistados. Por outro lado, faz falta o café com os colegas, segundo 50% dos participantes.

“A tecnologia foi o que manteve as pessoas conectadas, num primeiro momento, mas agora está ajudando-as a serem mais produtivas no dia a dia”, diz Marco Bravo, head do Google Cloud no Brasil. “Prova disso é que três em cada quatro entrevistados declararam que se sentem melhor e mais produtivos trabalhando à distância.”

Segundo o estudo, 41% dos entrevistados se sentem mais produtivos durante a pandemia por conta do uso da tecnologia.

Mais colaboração

A pesquisa também buscou entender como a tecnologia ajuda o trabalho colaborativo a acontecer. Descobriu que três em cada quatro pessoas que costumam criar documentos compartilhados disseram se manter mais facilmente conectadas aos colegas, equipes e demais áreas da empresa no último ano e 87% notaram maior velocidade de resposta das empresas durante a pandemia por conta do uso desse tipo de tecnologia.

O compartilhamento de documentos também impactou a velocidade de mudança do modelo presencial para o remoto: 72% afirmaram se sentir capacitados a trabalhar remotamente desde o primeiro dia de trabalho remoto e 85% descobriram mais recursos e novas formas de usar a ferramenta durante a pandemia.

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