Maiorias das empresas usuárias de internet das coisas não está segura

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10:25 am - 08 de março de 2016
Apenas 40% das empresas que utilizam a internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) no mundo implementaram alguma medida de segurança, como aperfeiçoamento dos controles de firewall e softwares de defesa contra invasões. O resultado é da pesquisa “A segurança e o ecossistema da Internet das Coisas” (Security and the IoT ecosystem, em inglês), produzida pela KPMG. 
O levantamento também aponta que 92% dos usuários de IoT estão preocupados com questões de segurança, por isso, o sucesso demandará mais do que ótimos aplicativos, dispositivos conectados e ferramentas de análise avançadas; ele requererá também uma abordagem de segurança, privacidade e confiança robusta. 
O sócio da KPMG líder para o setor de segurança cibernética, Leandro Augusto Marco Antonio, aponta que a partir de agora o setor de tecnologia deverá se unir a outros parceiros que utilizam IoT, visando a criar uma abordagem unificada de segurança e normas com a qual todos possam se pautar e crescer. “Atualmente, o cenário é de fragmentação das normas e de ampla, o que resultará em uma prática mais complexa para os usuários e um crescimento menor para o segmento”, avalia.
O estudo indica ainda que o mercado de IoT está crescendo rapidamente e provavelmente passará por diversas interações de transformação. Dessa forma, as estratégias de segurança devem ser ampliadas para permitir que as empresas se antecipem às potenciais rupturas.

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