Lenovo apresenta presidente para o Brasil e lança linha de computadores

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9:00 am - 18 de março de 2014

A Lenovo aproveitou a terça-feira (28/06) para apresentar novidades ao mercado brasileiro. A primeira vincula-se ao novo presidente da subsidiária local, Xia Li. A segunda, a uma dezena de lançamentos nas linhas de computadores corporativos e de consumo. Especificamente sobre produtos, a fabricante chinesa traz máquinas em suas três submarcas Think (corporativo), Idea (consumidor final) e Edge (que transita entre esses dois universos, com apelo ao SMB).

Conheça também a estratégia da Lenovo para tablets.

Linhas relacionadas ao mercado empresarial miram desempenho de processamento e recursos gráficos, com novos processadores Intel, além de autonomia de bateria e resistência. A fabricante estima que o mundo consumirá 9 milhões de laptops, em 2011, sendo que 23% virão de compras de computadores feitas por empresas.

?Queremos alavancar o mercado corporativo?, sinaliza Jaison Patrocinio, diretor do grupo de produtos da Lenovo no Brasil, observando uma migração de desktops para notebooks, balança que já mudou no mundo do consumidor final há cerca de dois anos.

Na frente de consumo, os 77% restantes das vendas totais de notebooks previstas para o ano, a fabricante – que atua há apenas dois anos no varejo – aposta em características multimídia e design de sua linha Idea.

A empresa também aposta em novos computadores de mesa, com linhas tradicionais e tudo em um (all in one) em busca de uma fatia do universo de desktops, que significam 51% do corporativo, de um total de 7,8 milhões de máquinas previstas para serem comercializadas este ano.

Os produtos do portfólio Edge – apresentado há cerca de um ano – serão reforçados e chegam a quatro modelos disponíveis para os brasileiros. No ano, a promessa é de novos anúncios dentro dessa característica de produtos. “Pequenas e médias empresas formam um segmento em que apostamos muito. A diferenciação é difícil quando falamos de PMEs”, explica Patrocinio.

A Lenovo fatura globalmente cerca de US$ 20 bilhões e ocupa a quarta posição no ranking dos fabricantes mundiais de computadores, com 10% de market share. Globalmente, tem o desafio de crescer 77% em um mercado que crescerá 18%, este ano. No Brasil, sua ambição é ser o terceiro ou segundo player até o fim de 2013, ?sem comprar ninguém? e com foco em consumidor final.


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