Os melhores lugares para um geek passar férias: parte II

Do Monte Everest à Islândia, passando pelo Turismo Espacial. Conheça os novos destinos de férias geeks propostos pelos leitores.

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6:05 pm - 20 de julho de 2007

O que faz de um período de férias um excelente descanso geek? Bom, acesso banda larga nos locais mais obscuros é obrigatório. Adicione outras atividades para estimular as células cerebrais, com um tanto de história da tecnologia, e você chegou um pouco mais perto.

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Ajuda se esses lugares forem habitados por outros geeks, mas sem ser óbvio, para fazer o seu amigo geek que ficou trabalhando virar os olhos. Os leitores contribuíram para definir os destinos e, agora, segue a nova lista dos lugares favoritos para férias geeks da InfoWorld por sugestão dos leitores.

Monte Everest
Se você está buscando um local para aventuras realmente distante – mas você não quer perder aquele e-mail importante – não há razão para se restringir a um resort tropical. O que você está buscando é escalar o maior e mais traiçoeiro pico do mundo: o Monte Everest.

Na base do monte há um Cyber Cafe, no qual o proprietário Tsering Gyaltsen oferece o ponto de acesso à internet via satélite mais alto do planeta, com 18 mil pés acima do nível do mar. Cobrando um dólar por minuto do acesso, esta não é a internet mais barata a ser utilizada, mas é bem confiável. E existe uma outra boa razão para usar o serviço: fora da temporada, a infra-estrutura é utilizada para dar oportunidades de aprendizagem para a população local.

Route 128 em Boston
Aqueles que se lembram da empresa DEC (Digital Equipment Corporation) ou da Lótus vai gostar da viagem por uma das auto-estradas mais tecnológicas dos EUA. Ainda que o foco da estrada esteja menos em turismo do que em trabalho cotidiano, um geek pode aproveitar para visitar o campus do MIT e, claro, passar no museu de ciência da universidade. A primeira fábrica moderna dos EUA abriu na cidade de Waltham; visite para ver os primeiros exemplos de bens produzidos em massa. Em Boston, o Museu de Ciência tem boas exibições, um teatro IMAX e um planetário. Enquanto você passa pela cidade, tente o boliche local chamado candlepin, uma versão diferente e interessante.

Islândia
Uma das culturas mais isoladas no mundo – e uma das mais conectadas. Claro, há o ambiente imaculado e o cenário bonito, mas existe também a interessante cultura, os fiordes, a quente primavera e muito mais. Acima de tudo, a conexão banda-larga é tão comum quanto gelo.

Na verdade, a Islândia lidera o mundo em adoção per capita de ds the world in per-capita banda larga. Portanto, independentemente do lugar que você estiver, você vai estar plugado.

A Islândia não é um país muito grande, a maior parte do seu interior é inabitável e a maior parte da sua população vive na capital Reykjavik, mas há muito para fazer, de esquiar na neve até rafting ou ver a natureza da região. O guia da Islândia contém muitas informações sobre as atividades no país. Mas se você quiser passear, é melhor reservar vôos do que pegar o carro, já que as estradas contornam os fiordes e levam muito mais tempo do que por ar. E também tem um detalhe: poucas horas de distancia de vôo está a Finlândia, pais altamente tecnológico e a casa de companhias como a Nokia.

Conferência Defcon, Las Vegas
Quer ver o local de encontro dos maiores profissionais de segurança digital do mundo? Vá para a conferência Defcon, que acontece anualmente no final de julho em Las Vegas, EUA. Mesmo com as temperaturas altíssimas do deserto, você vai encontrar mais geeks com coturno e usando roupas de couro negras do que em qualquer outro evento. Lá, você participa de palestras sobre as novíssimas técnicas hackers, participa de torneios hackers ou compra equipamentos hackers.

Onde mais você consegue adquirir um kit completo de chaves-mestra? Quando o sol se vai, prepare-se para aventurar-se na vida noturna, em estilo hacker, em festas como a do preto e branco; festivais de filmes e de anime; e até o game show Hacker que usa voluntários e membros da audiência. Apenas um lembrete: Não utilize uma conexão sem fio sem criptografia ou você pode ver o seu nome e senha em uma tela de 20 pés de altura.

Turismo Espacial
Você precisa de um fluxo de caixa de popstar para encarar o turismo espacial e aprender que o termo correto é “vôo pessoal de espaçonave” para não ofender o seu controlador de missão. Por enquanto, o governo russo é o único que tem a oferta sob a bagatela de 20 milhões de dólares e sem vagas disponíveis até 2009.

Mas não tema, intrépido astronautas por um dia! O setor privado quer participar da ação com ofertas próprias. Richard Branson foi o primeiro a pular na onda com a Virgin Galactic, que ele chama da “primeira linha espacial de viagens”. Depois, seguiram a Space Adventures e Armadillo Aerospace de John Carmack (sim, o criador do jogo Doom).

Hoje, os vôos no espaço oferecidos são sub-orbitais que duram apenas alguns minutos e oferecem uma visão única na vida. Não é a mesma coisa que o governo russo oferece, mas ainda está anos-luz do que pode ser experimentado em terra firme.

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