IBM direciona canais para captarem oportunidades na nova era da TI

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9:00 am - 18 de março de 2014

O mundo encontra-se cada vez mais dependente de tecnologia, porém não explora esses  recursos da melhor forma possível. Ao longo dos anos, a IBM desembolsou uma fortuna considerável na montagem do portfólio endereçado a uma nova era da utilização de TI. Agora, quer a ajuda dos parceiros para massificar essas soluções no mercado. A estratégia desenhada contempla atualização tecnológica, computação inteligente e investimento mútuo.

?Tivemos um grande 2011?, comemora Rod Adkins, vice-presidente sênior do grupo de sistemas e tecnologia da IBM, para, então, adicionar: ?precisamos capitalizar todas as oportunidades que se desenham na nossa frente?. No ano passado, a companhia cresceu as vendas de software e hardware. ?O outro lado da história é que há muito mais que podemos fazer, e fazermos junto?, incita. Segundo o executivo, o momento ainda passa por recapturar mercado em equipamentos, sem deixar a bola cair nas frentes de software e serviço.

Adicionalmente, quando fala em computação mais inteligente, a Big Blue refere-se a seus pilares tecnológicos estratégicos: ferramentas analíticas, social business, nuvem, mobilidade e ofertas integradas para entrega de soluções sob medida. A expectativa reside em contar com a ajuda dos parceiros para fazer essas cinco frentes conversarem entre si e gerarem oportunidades no que a fabricante convencionou chamar de uma nova era para a tecnologia da informação.

Adkins observa que os desafios gerados pela complexidade tecnológica alavancariam negócios. Afinal, falamos de um mundo com um crescimento exponencial no número de servidores que, além disso, ganham camadas e mais camadas de máquinas virtuais; escalada vertiginosa no consumo de energia em data centers; expansão no número de ameaças de segurança ao longo da última década; e a expectativa de um mundo com 24 bilhões de dispositivos conectados à internet até 2020 (atualmente são cerca de 9 bilhões).

?Como lidar com a explosão dos dados, flexibilizar a infraestrutura e subverter a complexidade de TI para prover melhores resultados aos clientes??, indaga o vice-presidente. A resposta, se depender da IBM, vem da palavra que se tornou uma espécie de mantra no presente da companhia: com mais inteligência.

A empresa preparou três áreas para abordar o mercado com seu arsenal de produtos. A primeira delas é algo que pode ser chamado de ?desenhado para dados?, que toca o gerenciamento da massa de informações para encontrar tendências e embasar tomada de decisões. Nesse quesito, as soluções englobam alinhar (do qual fazem parte ferramentas Netezza e Smart Analytics Systems), antecipar (Cognos e DB2 Analytics Accelerator) e agir (Watson e Infosphere Streams).

Já a segunda área contempla gestão com tecnologias em nuvem e versa sobre integrar a construção de uma infraestrutura de TI eficiente, automatizar ações para incrementar a velocidade e orquestrar os processos na nuvem afim de entregar com mais eficiente. Entram aqui tecnologias de controle com produtos da linha Tivoli e Z, por exemplo.

Por fim, há o que pode se chamar de ?equalizar a tarefa?. Em outras palavras isso significa consolidar os fluxos de processamento para melhorar resultados econômicos dos clientes, otimizar recursos existentes para obter maior desempenho e inovar a partir de novas frentes de atuação.

?A integração das capacidades dessas tecnologias podem acelerar a tomada de decisões de uma forma bastante específica e significativa?, diz Adkins. E a mensagem da IBM a seus parceiros em meio a tal cenário? Invista em capacitação e habilidades, prepare suas competências endereçando-as a oportunidades e busque novas contas para oferecer um portfólio integrado de soluções que resolvam problemas de negócios dos clientes agregando valor na oferta.

*O jornalista viajou aos Estados Unidos à convite da IBM.

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