Falta de hábito é o que mais inibe o comércio eletrônico

A pesquisa também descobriu que, na opinião de 39% dos executivos participantes da pesquisa, hoje já é imprescindível ter um canal de relacionamento eletrônico com seus clientes. 78% acreditam que esse canal seja, no mínimo, importante.
Outro dado relevante é que o uso inteligente das informações e o desenvolvimento de canais de vendas diretas on-line apresentam os maiores crescimentos nas prioridades de investimentos previstos para 2005. Já no momento em que as empresas focam seus esforços no aumento das ações colaborativas com seus clientes, percebe-se que ainda existe um longo percurso a percorrer.
Com relação ao item mais básico: “realizar um planejamento de vendas mais acurado”, apenas 16,7% das empresas praticam, enquanto 94,4% o consideram viável.
Apesar do interesse, 33% das empresas ainda não praticam nenhum tipo de comércio eletrônico (B2B ou B2C) e a média ponderada daquelas que praticam não é muito representativa, chegando a 8,7% do volume on-line em relação às vendas totais.
Os dados se referem aos negócios eletrônicos dirigidos a clientes (B2B e B2C) no Brasil. Setenta e duas empresas responderam as perguntas na primeira etapa da pesquisa e dezenove fizeram parte do questionário seletivo; dentre elas, Bayer, CSN, Klabin, Siemens, Eletropaulo e Votorantim.
