Especial saúde: projeto de prontuário demanda profissional especializado

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11:41 am - 16 de setembro de 2009

Os médicos que usam prontuário eletrônico do paciente (PEP) podem subestimar as transformações envolvidas, e por isso é um erro fazer apenas com equipes existentes, disse Harvey. É preciso um gerente de projeto que tenha experienciado como e quanto a carga de trabalho vai mudar. Não deixe essa tarefa nem mesmo para a melhor enfermeira, “não importa o quão boa é a enfermeira, ela não pode substituir alguém que realmente sabe o que precisa ser feito”, diz Leanne Harvey, diretora do projeto de PEP do Centro Médico Beth Israel Deaconess.

O fornecedor nem sempre é a melhor opção na hora de pedir ajuda. Um grupo de consultores de TI ou uma empresa de consultoria costumam ser as melhores opções. Mas eles não podem fazer nada sozinhos e devem trabalhar em conjunto com alguém de dentro do projeto que entenda as necessidades dos clínicos e as peculiaridades do local, disse Robert Ford, da Hot Springs. O fornecedor da Hot Springs levou uma equipe para ajudar, contou Ford, mas “eles não sabiam tanto quanto a nossa equipe”. 

As organizações de saúde precisam, também, de suporte técnico sólido durante e depois da implementação para lidar com as necessidades únicas daquela determinada organização. 

Eles precisam garantir que o fornecedor ofereça suporte, disse Don Spencer, diretor associado de informática da Universidade de Medicina da Carolina do Norte e médico em exercício. “Com suporte e manutenção, o dinheiro é mais do que bem gasto”, disse ele.  

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