Congresso dos EUA discutirá impostos da Web

Muitos estados estão trabalhando para facilitar a aprovação pelo Congresso ao tornar seus impostos mais uniformes. Em decisões da década de 60 e 90, a Suprema Corte dos Estados Unidos defendeu que impostos de vendas de produtos enviados entre Estados não deviam ser coletados porque a multiplicidade de estruturas fiscais em todo o país era muito complexa para eles serem aplicados. A legislação especificou que uma meta deveria ser alcançada: 10 Estados, representando pelo menos 20% das vendas passíveis de taxas, deveriam simplificar suas leis. Até o momento 17 Estados já fizeram isso.
A maior parte das empresas varejistas online ou de tijolos já divulgaram suas opiniões. As maiores do mundo físico, como Wal-Mart e Sears, geralmente apóiam a cobrança. Elas vêem uma desvantagem competitiva para empresas como Amazon. A própria Amazon já disse que não ficará contra as taxas.
Um fator complicador é o fato de que as estimativas de impostos por vendas pela Web diferem bastante. Um estudo de 2001, feito por dois professores da Universidade de Tennessee apontou que o montante que não era coletado poderia chegar a US$ 45 bilhões em 2006. Já a Direct Marketing Association diz que haverá apenas US$ 3,2 bilhões de impostos em 2006.
