PapoFácil: Commvault Proteção como Serviço e gestão do "esquecimento" de informações

Bruno Lobo, Country Manager, comenta sobre a regulamentação europeia para o direito ao “esquecimento” de informações e sobre a entrega de uma nova solução completa incluindo toda infraestrutura hiperconvergente oferecida como serviço para qualquer tipo e tamanho de empresa. Clique na imagem abaixo para assistir.
Gravado dia 23/02/2018 na Commvault

PAPOFÁCIL #147 Commvault Proteção como Serviço e gestão do “esquecimento” de informações

Commvault Data Platform
Trata-se do único produto da Commvault. É uma plataforma capaz de suportar mais de 20 diferentes casos de uso e possibilita ao cliente mover dados, independentemente de sua origem e destino.
Alguns casos de uso da Commvault Data Platform são: backup, gerenciamento de dados, disaster recovery, arquivamento, Cloudfication, proteção de End-Points, E-discovery, Sellf-Service IT.
A partir do início de abril de 2018, a Commvault Data Platform passará a ser comercializada por subscrição. Essa nova modalidade na oferta da plataforma irá possibilitar à Commvault zerar o custo de manutenção fututa pelos próximos 3 ou 5 anos; entregar uma solução completa incluindo toda infraestrutura hyperconvergente de hardware (server + storage), baseado em nodes e sem custo adicional para os clientes. A solução será completa como uma prestação de serviço (subscrição), com um único ponto de contato para suporte. Trata-se de um modelo inédito no Brasil para soluções de data center, mas muito comum no segmento de banda larga e TV por assinatura.
A Commvault já adota essa modalidade de oferta de sua palataforma na América do Norte e Europa. A América Latina será a última fase do roll out global a ofertar seu produto por subscrição. Quanto ao canal, nada muda. Os parceiros da Commvault já são capacitados para oferecer essa nova modalidade.
Pesquisa da Commvault revela: apenas 12% das empresas
estão prontas para o GDPR
A pouco mais de quatro meses para a norma entrar em vigor na União Europeia, estudo mostra que as companhias precisam acelerar as mudanças, para evitar multas e danos para suas marcas
De acordo com os resultados obtidos através de uma pesquisa global realizada pela Commvault em torno do GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados), apenas 12% das empresas pesquisadas se consideram prontas para realizar as implementações necessárias para que estejam em conformidade com a norma a partir de 25 maio de 2018, data em que passa a vigorar na União Europeia. Outros 11% consideram entender o que constituem os dados pessoais dentro de suas organizações.
A pesquisa revelou ainda descobertas importantes no que diz respeito à gestão específica das informações pessoais, como por exemplo, o fato de que apenas 18% das organizações pesquisadas afirmaram ter a capacidade de excluir dados, quando solicitado, de todos os repositórios de dados. Apenas 9% dos respondentes acreditam que podem tornar anônimos seus dados quando necessário, e 8% consideram serem capazes de coletar e transferir dados para outra organização a pedido de um indivíduo.
Outro aspecto crítico com relação ao gerenciamento de dados pessoais em termos do GDPR é o chamado “direito ao esquecimento”. A pesquisa da Commvault revelou que apenas 16% das organizações entrevistadas consideram-se prontas para encontrar rapidamente dados relacionados a indivíduos específicos. Outros 36% disseram que demorariam horas para levantar tais dados; 25% afirmaram que levariam dias; 18% precisariam de semanas e 5% admitiram que não teriam condições de encontrar esses dados, tornando o cumprimento ao GDPR e o “direito ao esquecimento” ineficazes.
“Como resultado dessa letargia, é bastante provável que vejamos uma série de organizações de alto escalão alcançando as manchetes por contrariar o GDPR, assim que entrar em vigor no mês de maio pela União Europeia, principalmente devido à falta de compreensão dos dados que detêm e suas relações com a norma”, comentou Nigel Tozer, Diretor de Marketing de Soluções EMEA da Commvault.
Além disso, o estudo revelou que 89% das organizações e pessoal de TI admitem ainda se confundirem com elementos-chave do regulamento, revelando lacunas consideráveis entre os conhecimentos atuais e as implementações fundamentais necessárias para estabelecer uma estratégia de gerenciamento de dados que permita conformidade com o GDPR. Confira mais destaques da pesquisa da Commvault:
- 21% acreditam ter uma boa compreensão do que significa GDPR na prática;
- 18% disseram que entendem os dados de sua empresa e onde eles se encontram;
- 17% entenderam o impacto potencial do GDPR nos negócios em geral;
- 12% entenderam como o GDPR pode afetar os serviços na nuvem;
- 11% disseram entender o que constituem dados pessoais.
“Tornar-se compatível com o GDPR não é simplesmente uma questão de ativar uma mudança. Se as organizações devem evitar o risco de multas ou proibir o processamento de dados pessoais, além de danos potencialmente irreversíveis para a identidade da marca, elas têm que agir. Infelizmente, ainda há uma grande desconexão entre as lideranças de negócios e de TI com relação ao GDPR. O realinhamento de processos de TI em torno de dados pessoais pode ajudar as empresas a se adequarem ao GDPR, por meio de programas de transformação ou modernização digital, o que pode gerar mais eficácia e benefícios empresariais. No entanto, se tais medidas não forem tomadas agora, as organizações não estarão prontas para o dia 25 de maio”, conclui Tozer.
