Supondo que o usuário não vá utilizar o SLI, e que não pretende fazer overclock algum, ou se muito fizer algo limitado a uns 10% acima da freqüência de operação original, a decisão por uma dessas quatro placas será baseada em qualquer fator, até mesmo emocional.
A performance delas nessa condição é rigorosamente a mesma, diga-se de passagem isso era esperado pois já que não existem mais aquelas placas que faziam diferença na performance final. Desde os tempos do VIA KT333 e do chipset i845PE as placas seguem na sua grande maioria um modelo de referência do fabricante, acrescentando-se apenas alguns opcionais. O que varia de modelo a modelo é a capacidade de overclock e alguns opcionais ou acessorios, porque performance por performance, a maioria oferece a mesma coisa quando o chipset for o mesmo. A DFI é um bem diferente das placas de referência, mas isso não se traduziu em um desempenho superior na freqüência padrão, sem overclock.
No caso desses quatro modelos, a EPOX 9NDA3, a única com o nForce3, apresentou um pequeno problema de estabilidade com o processador X2 3800+ em overclock para 2.4 GHz, ao contrário das demais que foram muito estáveis nessa situação. Também foi a única que não reconheceu o processador logo no início, tivemos que recorrer a uma atualização na bios que por sinal “mudou” a placa, deixando-a muito mais esperta e com as mesmas facilidades de configuração que o modelo baseado no nForce4. Sua grande vantagem está no preço inferior a 90 dólares no mercado americano e o suporte às placas AGP. Não sou favorável a fazer upgrade mantendo hardware com tecnologias ultrapassadas, mas dependendo do caso a opção pelo AGP pode ser muito válida, especialmente para aqueles que possuem a linha ALL In Wonder da ATI.
No caso da EPOX 9NDA, essa com nForce4, e da DFI Ultra D, a EPOX vence no preço mas perde na capacidade de overclock e na possibilidade de fazer uma modificação para se transformar em uma SLI. No resto é difícil dar a vitória para uma ou para outra. Tenho preferência pessoal pela DFI Ultra D, mas confesso que não tenho argumentos racionais para defendê-la frente à EPOX, principalmente para aqueles usuários que pretendem fazer um overclock moderado, situação onde as duas se equivalem. Em overclock extremo, não há dúvidas: a DFI é superior.
A DFI SLI-DR só faz sentido para quem precisa do SLI, ou de uma configuração que requeira mais quatro unidades de discos Serial ATA, porque no resto não há diferenças entre ela e a DFI Ultra D que justifiquem a decisão pela versão mais cara.
Portanto, temos quatro cenários bem definidos: se o AGP é importante, a EPOX 9NDA3 é a sua opção. Se o SLI for importante, a opção lógica é pela DFI SLI-DR original, mais do que a tentativa de modificar a Ultra D. Se nada disso importa e o que se precisa é uma placa funcional e estável, capaz de fazer um overclock moderado com total controle e estabilidade, tanto a EPOX 9NDA quanto a DFI Ultra D vão te servir muito bem, com vantagens no preço para a EPOX ou vantagens para DFI se o overclock não for tão moderado assim…
As placas utilizadas nos testes são comercializadas pela WAZ –
– e pela Smartdata –
aqui no Brasil.
Segundo a Reuters e o gabinete do senador, o senador democrata Edward Markey, de Massachusetts,…
A Nvidia anunciou sua entrada no mercado de processadores centrais para computadores pessoais com um…
A Anthropic protocolou confidencialmente um pedido de oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos,…
Uma análise sobre tecnologia e negócios publicada em março de 2026 pela Sequoia Capital (uma…
O iFood e a Speedbird Aero anunciam a expansão de sua parceria de drone delivery…
A empresa brasileira de tecnologia Meta mudou o nome para Insi nesta segunda-feira (1º) e iniciou operações na…