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Empresa brasileira de tecnologia Meta vira Insi e entra no mercado chinês

A empresa brasileira de tecnologia Meta mudou o nome para Insi nesta segunda-feira (1º) e iniciou operações na China. A mudança de identidade corporativa chega junto com a expansão das operações da companhia no sudeste asiático. O nome Insi tem origem no latim e faz referência à “essência das coisas”. A nova marca será utilizada em todos os mercados onde a empresa mantém presença e, segundo a mesma, representa uma mudança de foco: enquanto Meta representava o destino, Insi fala sobre origem e essência.

A entrada no mercado chinês e em outros países asiáticos tem como objetivo acelerar projetos relacionados à inteligência artificial (IA) e à inovação tecnológica. Atualmente, com 35 anos de atuação, a Insi atende clientes em 20 países na América do Norte e Europa, com 15,5% da receita vinda de contratos internacionais. Entre 2020 e 2025, a organização apresentou o crescimento de 132% em sua receita líquida. A companhia continuará sua expansão nacional acelerada paralelamente à entrada no mercado asiático.

“A Insi parte da empresa que construímos ao longo dos últimos 35 anos. É uma evolução da cultura, da forma de cuidar do cliente e das nossas pessoas, agora, com uma marca que traduz melhor o que sempre fizemos: entender a essência do negócio para transformá-la em uma jornada de evolução, com resultados escaláveis e sustentáveis”, afirma Claudio Carrara, vice-presidente da Insi.

A partir da expansão, a empresa projeta um faturamento de R$ 1 bilhão em 2027 e planeja investir R$ 100 milhões nos próximos 24 meses, alcançando a meta de forma orgânica e inorgânica.

“Chegamos a este momento porque construímos, ao longo dos últimos anos, uma base sólida de crescimento. Foi essa consistência que nos permitiu ousar e ampliar o horizonte, entrar na China, fortalecer a presença na Europa e nas Américas e levar para o mundo o que desenvolvemos no Brasil. Mais do que expansão geográfica, isso se traduz em mais competitividade para os nossos clientes em seus respectivos setores”, afirma Telmo Costa, CEO e fundador da Insi.

Leia mais: Se o Brasil não organizar seus dados culturais, outro fará isso por nós, alerta Jorge Brivilati

Reposicionamento estratégico

A decisão de mudar veio junto com o aniversário de 35 anos. De acordo com a comunicação enviada à imprensa, a companhia afirmou que ao revisitar sua proposta de valor, entendeu que precisava de uma identidade capaz de representar seu novo ciclo de crescimento, que engloba construir uma marca internacional, simples e alinhada ao posicionamento da empresa.

O novo posicionamento coloca no centro o novo papel da tecnologia na estrutura dos negócios, se tornando orientada à compreensão do que é essencial para gerar impacto real nos negócios que atende. A estratégia combina inteligência humana e artificial para ampliar competitividade. “Apenas as abordagens que integram estratégia, cultura, liderança, tecnologia, dados e IA, com rigor na execução, conseguem dar conta de garantir competitividade e preparar as empresas para os novos ciclos de crescimento e transformação em seus mercados. É isso que impulsiona a Insi e nos conduz neste novo ciclo”, reforça Costa.

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