Anhanguera Educacional corta custos e expande base de usuários com nuvem

A Anhanguera Educacional já lançava mão da tecnologia avançada em suas plataformas de ensino. Era o caso do ambiente virtual de aprendizagem Moodle, que atende todos os alunos com conteúdo e interação para e-learning, e era hospedado em um grande data center. Contudo, com milhões de acessos a cada hora e motivado pelo crescimento da companhia, era necessário uma arquitetura mais confiável.
Assim, surgiu a demanda para partir para a nuvem. A escolha do provedor culminou nos serviços da Amazon Web Services, com participação da Dedalus. A estrutura montada lança mão de DNS para segurança em nuvem privada, a Amazon Virtual Private Cloud (VPC). Conforme relata o gerente de TI web e plataformas interativas da Anhanguera, Felipe Brandão, o resultado imediato se resumiu em maior disponibilidade e performance das aplicações.
Além disso, houve economia e escalabilidade para expandir a base de usuários. ?Os números exatos são confidenciais, mas podemos afirmar que tivemos uma redução de custos significativa. Com a Amazon Web Services chegamos ao resultado zero de CAPEX?, conta Brandão. O cálculo de redução de custo é de aproximadamente 30%.
Com a mesma estrutura e custo, no provedor anterior o máximo de alunos atendidos chegava a 500 mil usuários. Com a migração para nuvem, esse número se expandiu para um milhão de alunos com a mesmo tamanho de infraestrutura. ?Ou seja, conseguimos crescer 100% em capacidade, utilizando melhor a infraestrutura e distribuindo os elementos pedagógicos digitais, de maneira inteligente utilizando os recursos da nuvem?, expõe.
E mesmo nos horários de pico, como deadline para entrega de trabalhos ou eventos específicos, o pagamento pelo excedente é baixo, sem custo de infraestrutura ociosa.
A nuvem possibilitou também melhor tratamento com as informações que transitam pela ferramenta ? é o caso do armazenamento de conteúdo, para o qual é usado o S3. ?Se fôssemos armazenar isso em outro tipo de estrutura que não o serviço de nuvem, teríamos problemas de indisponibilidade e o custo seria pelo menos 200% mais caro?, salienta o executivo.
