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Abraçar a velocidade é imperativo para empresas

O ritmo de vida está cada dia mais rápido. A tecnologia também evolui de forma acelerada, juntamente com os negócios, que exigem processamento, entrega e inovação cada vez mais acelerados.
Líderes precisam executar negócios de forma rápida para ficar à frente da concorrência e ganhar relevância. De acordo com a Forrester, e considerando esse cenário, ganhar velocidade se torna a única opção.
Por que ir rápido?
As empresas operam dessa forma para manter o cliente. Isso porque, da mesma forma que usuários adotam de forma rápida e massiva algum serviço, eles também o abandonam tão rapidamente quanto se sentem que não estão mais sendo atendidos.
O que leva à outro ponto crítico: a visão clássica de fidelidade à marca está cada vez mais volátil. Os clientes têm meios para encontrar o melhor negócio, para ficar por dentro de novas modas e gadgets, e são seduzidos pelas sugestões sociais. “Essa dinâmica muda o que significa persistentemente ganhar a batalha para o coração, a mente e – consequentemente – o bolso do cliente.
E a TI bimodal?
De acordo com Sharyn Leaver, analista da Forrester e que participou de um painel com especialistas da área, ela relata que, como resultado do encontro, eles chegaram a uma conclusão: a TI bimodal opera em duas velocidades: rápida para o digital e lenta para a TI tradicional. Em essência, o argumento é de que as tecnologias digitais endereçam esses dois pontos, mas, para os especialistas, não é bem assim que acontece.
Um dos grandes ganchos da TI bimodal é evitar mover todas as equipes para a velocidade máxima. Essencialmente, diz Sharyn, esse movimento é mais fácil do que aderir a uma transformação tecnológica por completo. “Mas essa facilidade de curto prazo introduz uma complexidade extraordinária nas operações em curso – duas equipes com duas culturas com diferentes incentivos, diferentes normas culturais, diferentes abordagens de gestão de talentos, etc”, afirma.
Como acelerar?
Mudar não é algo fácil, pontua a especialista, mas líderes estão sendo cobrados. A estratégia é impulsionada pela mudança na cultua, pessoas e modelo operacional em um movimento coeso.
As empresas precisam colocar o cliente como foco central. “Dizer às equipes que velocidade é a meta não fará com que mudem”, diz, mas “dar a eles insights sobre a realidade de consumidores e disruptores dá a eles algo palpável e um imperativo para seguir. A cultura de obsessão pelo cliente é necessária no mercado atual.
Além disso, destaca a especialista, CIOs terão de investir em recrutamento, aprendizagem e programas de incentivo para mudar as equipes existentes para agirem com velocidade, bem como adquirir talentos para fortalecer o time.
“Se fizerem em sua totalidade, CIOs irão brilhar. Caso contrário, o executivo de TI irá tropeçar e desaparecer” afirma Sharyn. “É hora de abraçar plenamente a vida no modo rápido”, encerra.

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